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	<title>Tributação - Escritório de Contabilidade - Organização Contábil Abreu S/S Ltda LTDA – EPP</title>
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		<title>IOF Voltará a Subir com Decisão do STF</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 12:29:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>STF Restabelece Decretos que Aumentam o IOF Decretos nº 12.466, 12.467 e 12.499 Voltam a Produzir Efeitos O Supremo Tribunal Federal (STF) restabeleceu a validade dos Decretos nº 12.466, 12.467 e 12.499, editados pelo Poder Executivo com o objetivo de aumentar as alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). As normas haviam sido suspensas pelo</p>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">STF Restabelece Decretos que Aumentam o IOF</h2>				</div>
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As normas haviam sido suspensas pelo Congresso Nacional por meio de decreto legislativo, sob alegação de excesso do poder regulamentar. Com a decisão do STF, os decretos voltam a produzir efeitos jurídicos imediatos, alterando a carga tributária incidente sobre operações de crédito, câmbio, seguros e valores mobiliários.</p><hr data-start="823" data-end="826" /><h2 data-start="828" data-end="854">Contexto e Controvérsia</h2><p data-start="856" data-end="1197">Os três decretos foram editados no início de 2025 com o intuito de recompor receitas federais e ajustar a política fiscal, em linha com os parâmetros do novo arcabouço fiscal. As normas restabeleciam alíquotas que haviam sido reduzidas nos anos anteriores, com impactos diretos sobre o custo do crédito e de operações financeiras em geral.</p><p data-start="1199" data-end="1400">O Congresso, entretanto, entendeu que as normas extrapolavam os limites do poder regulamentar e editou ato legislativo suspendendo sua eficácia, com base no artigo 49, inciso V da Constituição Federal.</p><hr data-start="1402" data-end="1405" /><h2 data-start="1407" data-end="1424">Decisão do STF</h2><p data-start="1426" data-end="1700">A controvérsia foi levada ao STF pela Advocacia-Geral da União (AGU), que sustentou a constitucionalidade dos decretos com base no artigo 153, §1º da Constituição, que permite ao Poder Executivo modificar as alíquotas do IOF por decreto, diante de seu caráter extrafiscal.</p><p data-start="1702" data-end="1748">Por maioria de votos, o Supremo decidiu que:</p><ul data-start="1749" data-end="2199"><li data-start="1749" data-end="1861"><p data-start="1751" data-end="1861"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O IOF é um tributo com função regulatória, e sua gestão por meio de decreto é permitida pela Constituição;</p></li><li data-start="1862" data-end="2048"><p data-start="1864" data-end="2048"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Os decretos não criam tributos novos, mas apenas ajustam alíquotas dentro dos limites legais já estabelecidos pela legislação ordinária (Lei nº 5.143/1966 e Decreto nº 6.306/2007);</p></li><li data-start="2049" data-end="2199"><p data-start="2051" data-end="2199"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O Congresso não pode suspender decretos que atuam dentro da competência constitucional do Executivo, sob pena de violação à separação dos Poderes.</p></li></ul><hr data-start="2201" data-end="2204" /><h2 data-start="2206" data-end="2245">Principais Alterações Restabelecidas</h2><p data-start="2247" data-end="2332">Com a decisão, voltam a vigorar as seguintes alíquotas restabelecidas pelos decretos:</p><h3 data-start="2334" data-end="2365"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c4.png" alt="📄" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Decreto nº 12.466/2025</h3><p data-start="2366" data-end="2467">Reajusta as alíquotas do IOF sobre operações de crédito realizadas por pessoas físicas e jurídicas:</p><ul data-start="2468" data-end="2581"><li data-start="2468" data-end="2523"><p data-start="2470" data-end="2523"><strong data-start="2470" data-end="2487">Pessoa física</strong>: 0,0082% ao dia útil + 0,38% fixo</p></li><li data-start="2524" data-end="2581"><p data-start="2526" data-end="2581"><strong data-start="2526" data-end="2545">Pessoa jurídica</strong>: 0,0041% ao dia útil + 0,38% fixo</p></li></ul><h3 data-start="2583" data-end="2614"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c4.png" alt="📄" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Decreto nº 12.467/2025</h3><p data-start="2615" data-end="2741">Eleva as alíquotas do IOF sobre operações de câmbio, especialmente transferências ao exterior e uso de cartões internacionais.</p><h3 data-start="2743" data-end="2774"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c4.png" alt="📄" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Decreto nº 12.499/2025</h3><p data-start="2775" data-end="2915">Ajusta o IOF em operações com seguros e títulos mobiliários, afetando principalmente seguros de vida com resgate e operações de derivativos.</p><hr data-start="2917" data-end="2920" /><h2 data-start="2922" data-end="2955">Efeitos Econômicos e Jurídicos</h2><p data-start="2957" data-end="3017">O restabelecimento das normas terá efeitos significativos:</p><ul data-start="3018" data-end="3445"><li data-start="3018" data-end="3138"><p data-start="3020" data-end="3138"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4b0.png" alt="💰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Aumento da arrecadação federal estimada em <strong data-start="3066" data-end="3089">R$ 8 bilhões ao ano</strong>, colaborando com a meta de resultado primário;</p></li><li data-start="3139" data-end="3269"><p data-start="3141" data-end="3269"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c9.png" alt="📉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Elevação do custo do crédito, com impacto sobre o consumo e o financiamento de empresas, especialmente as de pequeno porte;</p></li><li data-start="3270" data-end="3445"><p data-start="3272" data-end="3445"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2696.png" alt="⚖" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Reafirmação da segurança jurídica quanto à possibilidade do Executivo editar decretos que ajustem tributos regulatórios sem necessidade de prévia autorização legislativa.</p></li></ul><hr data-start="3447" data-end="3450" /><h2 data-start="3452" data-end="3464">Conclusão</h2><p data-start="3466" data-end="3675">A decisão do STF em favor do restabelecimento dos Decretos nº 12.466, 12.467 e 12.499 reforça a interpretação de que o IOF pode ser alterado por decreto presidencial, desde que respeitados os limites legais.</p><p data-start="3677" data-end="3867">O julgamento estabelece um importante precedente sobre a separação de competências entre os Poderes e a utilização de tributos extrafiscais como instrumentos legítimos de política econômica.</p><hr data-start="3869" data-end="3872" /><h2 data-start="3874" data-end="3911"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O Que Fica Valendo com a Decisão</h2><p data-start="3913" data-end="4470">Os seguintes aumentos do decreto original ficam valendo:<br data-start="3969" data-end="3972" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25b6.png" alt="▶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="3975" data-end="4032">Compras internacionais com cartão de crédito e débito</strong>: alíquota do IOF sobe de <strong data-start="4058" data-end="4077">3,38% para 3,5%</strong>.<br data-start="4078" data-end="4081" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25b6.png" alt="▶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="4084" data-end="4137">Compra de moeda em espécie e remessas ao exterior</strong>: alíquota passa de <strong data-start="4157" data-end="4175">1,1% para 3,5%</strong>.<br data-start="4176" data-end="4179" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25b6.png" alt="▶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="4182" data-end="4208">Empréstimos a empresas</strong>: alíquota diária de IOF vai de <strong data-start="4240" data-end="4264">0,0041% para 0,0082%</strong>.<br data-start="4265" data-end="4268" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25b6.png" alt="▶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="4271" data-end="4322">Seguros VGBL (voltados a pessoas de alta renda)</strong>: antes pagavam <strong data-start="4338" data-end="4344">0%</strong>, agora terão alíquota de <strong data-start="4370" data-end="4376">5%</strong>.<br data-start="4377" data-end="4380" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25b6.png" alt="▶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="4383" data-end="4433">Fundos de investimento em direitos creditórios</strong>: passam a ter <strong data-start="4448" data-end="4469">cobrança de 0,38%</strong>.</p><hr data-start="4472" data-end="4475" /><h2 data-start="4477" data-end="4503"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/274c.png" alt="❌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O Que Não Vai Vigorar</h2><p data-start="4505" data-end="4696"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25b6.png" alt="▶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A <strong data-start="4510" data-end="4572">cobrança de IOF sobre operações de risco sacado não passou</strong>: o STF entendeu que a medida criou uma nova base de tributação e ultrapassou os limites legais para decretos presidenciais.</p><hr data-start="4698" data-end="4701" /><h2 data-start="4703" data-end="4726">Considerações Finais</h2><p data-start="4728" data-end="4984">A decisão do STF representa um reforço da segurança jurídica quanto à competência do Poder Executivo para gerir tributos com função extrafiscal, como o IOF, reconhecendo a validade constitucional da utilização de decretos como instrumento de gestão fiscal.</p><hr data-start="4986" data-end="4989" /><p data-start="4991" data-end="5176"><strong data-start="4991" data-end="5076">Em caso de dúvidas, ou necessitando de assessoria, consulte nossos especialistas:</strong><br data-start="5076" data-end="5079" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> WhatsApp: <strong data-start="5092" data-end="5131">55-11-95647-1069 / 55-11-93745-0101</strong><br data-start="5131" data-end="5134" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4e7.png" alt="📧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Email: <strong data-start="5144" data-end="5176"><a class="cursor-pointer" href="mailto:ocabreu@contabilabreu.com.br" rel="noopener" data-start="5146" data-end="5174">ocabreu@contabilabreu.com.br</a></strong></p>								</div>
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		<title>Congresso Derruba Aumento do IOF Proposto pelo Governo</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 14:33:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Congresso Derruba Aumento do IOF Proposto pelo Governo Em junho de 2025, o Congresso Nacional derrubou, por meio de Decreto Legislativo, os Decretos nº 12.466, 12.467 e 12.499, editados pelo Poder Executivo com o objetivo de aumentar a arrecadação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A medida representa uma reação institucional ao que foi considerado</p>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Congresso Derruba Aumento do IOF Proposto pelo Governo</h2>				</div>
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															<img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://contabilabreu.com.br/wp-content/uploads/2025/07/congresso-nacional-contabilidade.jpg" class="attachment-large size-large wp-image-2756" alt="Congresso Derruba Aumento do IOF Proposto pelo Governo" srcset="https://contabilabreu.com.br/wp-content/uploads/2025/07/congresso-nacional-contabilidade.jpg 1024w, https://contabilabreu.com.br/wp-content/uploads/2025/07/congresso-nacional-contabilidade-300x200.jpg 300w, https://contabilabreu.com.br/wp-content/uploads/2025/07/congresso-nacional-contabilidade-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />															</div>
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									<p data-start="176" data-end="414">Em junho de 2025, o Congresso Nacional derrubou, por meio de Decreto Legislativo, os Decretos nº 12.466, 12.467 e 12.499, editados pelo Poder Executivo com o objetivo de aumentar a arrecadação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).</p><p data-start="416" data-end="811">A medida representa uma reação institucional ao que foi considerado um aumento excessivo, intempestivo e juridicamente questionável da carga tributária, realizado por meio de atos infralegais. Segundo o Legislativo, o Executivo teria extrapolado os limites do poder regulamentar ao alterar substancialmente o IOF sem aprovação do Congresso, configurando um desvio do devido processo legislativo.</p><p data-start="813" data-end="1348">As alterações promovidas pelo governo alteravam a forma de apuração do IOF sobre operações de crédito, visando aumentar a arrecadação federal. No entanto, o Congresso reagiu com firmeza, anulando os efeitos dos decretos sob o argumento de excesso de poder regulatório e de impacto negativo para o setor produtivo. A medida foi formalizada por meio de Projeto de Decreto Legislativo (PDL), com base no artigo 49, inciso V, da Constituição Federal — que permite ao Legislativo sustar atos do Executivo que exorbitem o poder regulamentar.</p><p data-start="1350" data-end="1746">O entendimento predominante no Congresso foi de que o governo violou o princípio da legalidade tributária (art. 150 da CF), ao tentar modificar a base de cálculo e as alíquotas do IOF sem autorização legislativa. A iniciativa foi criticada por parlamentares tanto da oposição quanto da base aliada, que classificaram a ação como uma tentativa indireta de elevar tributos sem debate no Parlamento.</p><p data-start="1748" data-end="2206">Além dos aspectos legais, a decisão do Congresso foi fortemente influenciada pela pressão de entidades do setor produtivo e do sistema financeiro. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Febraban manifestaram-se publicamente contra os decretos, alertando para o risco de encarecimento do crédito em um momento de recuperação econômica ainda instável. Segundo essas entidades, as mudanças poderiam desestimular investimentos e aumentar a inadimplência.</p><p data-start="2208" data-end="2544">A derrubada dos decretos foi aprovada com ampla maioria tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado, restaurando a sistemática anterior de cálculo do IOF. A decisão reforça o papel do Congresso como poder moderador em temas tributários e sinaliza que mudanças com impacto relevante não devem ocorrer sem diálogo e análise de impacto.</p><hr data-start="2546" data-end="2549" /><h3 data-start="2551" data-end="2595">Fundamentação da Sustação pelo Congresso</h3><p data-start="2597" data-end="2706">Com base no artigo 49, inciso V, da Constituição, o Congresso sustentou a decisão em três pilares principais:</p><ol data-start="2708" data-end="3604"><li data-start="2708" data-end="3035"><p data-start="2711" data-end="3035"><strong data-start="2711" data-end="2761">Violação ao princípio da legalidade tributária</strong><br data-start="2761" data-end="2764" />Embora o IOF possa ser ajustado via decreto (art. 153, §1º, da CF), não é permitido ao Executivo reconfigurar elementos estruturais do tributo — como base de cálculo, fato gerador e diferenciação por categoria de contribuinte — de forma ampla e com impacto significativo.</p></li><li data-start="3037" data-end="3207"><p data-start="3040" data-end="3207"><strong data-start="3040" data-end="3081">Desvio da natureza regulatória do IOF</strong><br data-start="3081" data-end="3084" />Os decretos foram vistos como instrumentos de arrecadação e não de regulação, contrariando a função extrafiscal do tributo.</p></li><li data-start="3209" data-end="3417"><p data-start="3212" data-end="3417"><strong data-start="3212" data-end="3255">Ausência de diálogo e impacto econômico</strong><br data-start="3255" data-end="3258" />As mudanças impactaram diretamente o custo do crédito e o mercado financeiro, sem consulta pública, sem análise de impacto regulatório e com efeitos imediatos.</p></li><li data-start="3419" data-end="3604"><p data-start="3422" data-end="3604"><strong data-start="3422" data-end="3462">Aumento indireto da carga tributária</strong><br data-start="3462" data-end="3465" />Estima-se que as alterações representariam um acréscimo de mais de R$ 10 bilhões anuais na arrecadação federal, sem tramitação legislativa.</p></li></ol><hr data-start="3606" data-end="3609" /><h3 data-start="3611" data-end="3656">Principais Pontos dos Decretos Derrubados</h3><p data-start="3658" data-end="3718"><strong data-start="3658" data-end="3718">Decreto nº 12.466/2025 – Publicado em 22 de maio de 2025</strong></p><ul data-start="3720" data-end="4322"><li data-start="3720" data-end="3880"><p data-start="3722" data-end="3880"><strong data-start="3722" data-end="3751">IOF-Crédito para empresas</strong>: Alíquota diária duplicada de 0,0041% para 0,0082%, com adicional de 0,95%, elevando o custo efetivo para mais de 3,9% ao ano.</p></li><li data-start="3881" data-end="3951"><p data-start="3883" data-end="3951"><strong data-start="3883" data-end="3909">MEI e Simples Nacional</strong>: Alíquota diária elevada para 0,00274%.</p></li><li data-start="3952" data-end="4081"><p data-start="3954" data-end="4081"><strong data-start="3954" data-end="3991">IOF-Câmbio (remessas ao exterior)</strong>: Aumento da alíquota para 3,5%, incluindo transferências pessoais e compras em espécie.</p></li><li data-start="4082" data-end="4173"><p data-start="4084" data-end="4173"><strong data-start="4084" data-end="4114">Operações com risco sacado</strong>: Tributação formalizada sobre antecipação de recebíveis.</p></li><li data-start="4174" data-end="4322"><p data-start="4176" data-end="4322"><strong data-start="4176" data-end="4208">Seguros e Previdência (VGBL)</strong>: Fim da isenção ampla para seguros de vida com cobertura por sobrevivência; isenção limitada a R$ 50.000 por mês.</p></li></ul><p data-start="209" data-end="475"><strong data-start="209" data-end="269">Decreto nº 12.467/2025 – Publicado em 23 de maio de 2025</strong><br data-start="269" data-end="272" />Editado no dia seguinte ao Decreto nº 12.466/2025, essa norma buscou suavizar a repercussão negativa inicial ao promover ajustes pontuais nas alterações do IOF. Entre as principais mudanças, destacam-se:</p><ul data-start="477" data-end="715"><li data-start="477" data-end="604"><p data-start="479" data-end="604"><strong data-start="479" data-end="518">Empréstimos externos de curto prazo</strong>: Redução da alíquota de IOF de 3,5% para 0% em operações com prazo de até 364 dias.</p></li><li data-start="605" data-end="715"><p data-start="607" data-end="715"><strong data-start="607" data-end="643">Investimentos de pessoas físicas</strong>: Manutenção de isenções para remessas ao exterior em casos específicos.</p></li></ul><p data-start="717" data-end="919"><strong data-start="717" data-end="778">Decreto nº 12.499/2025 – Publicado em 11 de junho de 2025</strong><br data-start="778" data-end="781" />Este decreto consolidou e atualizou os atos anteriores, promovendo ajustes técnicos e regulamentares. As principais disposições incluíram:</p><ul data-start="921" data-end="1469"><li data-start="921" data-end="1047"><p data-start="923" data-end="1047"><strong data-start="923" data-end="938">IOF-Crédito</strong>: Redução da alíquota adicional de 0,95% para 0,38%, mantendo, porém, a alíquota diária elevada em 0,0082%.</p></li><li data-start="1048" data-end="1205"><p data-start="1050" data-end="1205"><strong data-start="1050" data-end="1073">Operações de câmbio</strong>: Mantida a alíquota de 3,5% nas operações de saída de recursos, com isenção para algumas liquidações realizadas por estrangeiros.</p></li><li data-start="1206" data-end="1322"><p data-start="1208" data-end="1322"><strong data-start="1208" data-end="1216">FIDC</strong>: Introdução do IOF sobre a aquisição de cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC).</p></li><li data-start="1323" data-end="1469"><p data-start="1325" data-end="1469"><strong data-start="1325" data-end="1358">Seguros e previdência privada</strong>: Atualização dos limites de isenção para prêmios pagos e contribuições em produtos de previdência como o VGBL.</p></li></ul><hr data-start="1471" data-end="1474" /><h3 data-start="1476" data-end="1527">Implicações Jurídicas e Econômicas da Derrubada</h3><p data-start="1529" data-end="1719">A sustação dos decretos teve <strong data-start="1558" data-end="1589">efeito retroativo (ex tunc)</strong>, ou seja, anulou seus efeitos desde a data de publicação, restabelecendo as regras anteriores previstas no Decreto nº 6.306/2007.</p><p data-start="1721" data-end="1730">Com isso:</p><ul data-start="1732" data-end="2401"><li data-start="1732" data-end="1934"><p data-start="1734" data-end="1934"><strong data-start="1734" data-end="1763">Restituição e compensação</strong>: Instituições financeiras e contribuintes que recolheram valores com base nas novas regras passam a ter direito à restituição ou compensação dos tributos pagos a maior.</p></li><li data-start="1935" data-end="2163"><p data-start="1937" data-end="2163"><strong data-start="1937" data-end="1972">Reforço à legalidade tributária</strong>: A decisão reafirma os limites constitucionais do poder regulamentar do Executivo, destacando que qualquer alteração tributária relevante deve ser submetida ao crivo do Congresso Nacional.</p></li><li data-start="2164" data-end="2401"><p data-start="2166" data-end="2401"><strong data-start="2166" data-end="2188">Ambiente econômico</strong>: Do ponto de vista econômico, a medida foi bem recebida, pois preserva a previsibilidade do ambiente de negócios e contribui para moderação no custo do crédito — aspecto crucial em cenários de retomada econômica.</p></li></ul><p data-start="2403" data-end="2716">É importante destacar que <strong data-start="2429" data-end="2529">outras medidas de arrecadação do governo federal não foram impactadas pela sustação dos decretos</strong>. Exemplo disso é a taxação sobre <strong data-start="2563" data-end="2591">LCI, LCA, apostas (bets)</strong> e <strong data-start="2594" data-end="2606">fintechs</strong>, que decorrem de modificações no Imposto de Renda por meio de medida provisória — e não de alterações no IOF.</p><p data-start="90" data-end="386">A <strong data-start="92" data-end="137">Organização Contábil Abreu S/S LTDA – EPP</strong> está preparada para orientar sua empresa em todas as etapas da migração para a <strong data-start="217" data-end="226">NFC-e</strong>. Conte com uma assessoria contábil e fiscal especializada, voltada para a <strong data-start="301" data-end="323">conformidade legal</strong>, <strong data-start="325" data-end="350">eficiência tributária</strong> e <strong data-start="353" data-end="385">segurança nas suas operações</strong>.</p><p data-start="388" data-end="484"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fale conosco no WhatsApp: <strong data-start="417" data-end="436">(11) 93745-0101</strong><br data-start="436" data-end="439" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2709.png" alt="✉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> E-mail: <strong data-start="450" data-end="482"><a class="cursor-pointer" rel="noopener" data-start="452" data-end="480">ocabreu@contabilabreu.com.br</a></strong></p><p data-start="486" data-end="553" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><strong data-start="486" data-end="553" data-is-last-node="">Confiança e expertise para o seu negócio evoluir com segurança.</strong></p>								</div>
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		<title>Sua Empresa Está Preparada para a Reforma Tributária?</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 15:05:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sua Empresa Está Preparada para a Reforma Tributária? Com a aprovação da Emenda Constitucional 132/2023, o Brasil inicia uma das mais profundas transformações em seu sistema de tributos sobre o consumo. A reforma cria dois novos tributos do tipo IVA: CBS – Contribuição sobre Bens e Serviços IBS – Imposto sobre Bens e ServiçosAlém disso,</p>
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									<p data-start="234" data-end="438">Com a aprovação da <strong data-start="253" data-end="287">Emenda Constitucional 132/2023</strong>, o Brasil inicia uma das mais profundas transformações em seu sistema de tributos sobre o consumo. A reforma cria <strong data-start="402" data-end="437">dois novos tributos do tipo IVA</strong>:</p><ul data-start="440" data-end="589"><li data-start="440" data-end="488"><p data-start="442" data-end="488"><strong data-start="442" data-end="449">CBS</strong> – Contribuição sobre Bens e Serviços</p></li><li data-start="489" data-end="589"><p data-start="491" data-end="589"><strong data-start="491" data-end="498">IBS</strong> – Imposto sobre Bens e Serviços<br data-start="530" data-end="533" />Além disso, será instituído o <strong data-start="563" data-end="569">IS</strong> – Imposto Seletivo.</p></li></ul><p data-start="591" data-end="759">Esses tributos substituirão gradualmente os atuais <strong data-start="642" data-end="673">PIS, Cofins, ICMS, ISS, IPI</strong> e parte do <strong data-start="685" data-end="702">IOF (seguros)</strong>, aliviando as empresas da complexidade do sistema atual.</p><h3 data-start="766" data-end="800"><img decoding="async" class="emoji" role="img" draggable="false" src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/svg/1f4c5.svg" alt="&#x1f4c5;" /> Quando as mudanças começam?</h3><ul data-start="802" data-end="1169"><li data-start="802" data-end="907"><p data-start="804" data-end="907"><strong data-start="804" data-end="813">2026:</strong> Início dos testes da CBS (0,9%) e do IBS (0,1%), com valores compensáveis com PIS e Cofins.</p></li><li data-start="908" data-end="1022"><p data-start="910" data-end="1022"><strong data-start="910" data-end="919">2027:</strong> Início da cobrança efetiva da CBS e do IS, com extinção do PIS e da Cofins, e redução a zero do IPI.</p></li><li data-start="1023" data-end="1169"><p data-start="1025" data-end="1169"><strong data-start="1025" data-end="1041">2029 a 2032:</strong> Transição do ICMS e ISS para o IBS, com redução gradual das alíquotas atuais e aumento progressivo da alíquota do novo tributo.</p></li></ul><p data-start="1171" data-end="1321">Durante esse período, <strong data-start="1193" data-end="1270">as empresas terão que lidar com dois sistemas tributários simultaneamente</strong>, exigindo atenção redobrada e adaptação constante.</p><h3 data-start="1328" data-end="1371"><img decoding="async" class="emoji" role="img" draggable="false" src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/svg/1f50d.svg" alt="&#x1f50d;" /> Por que você deve se preparar agora?</h3><p data-start="1373" data-end="1658">Embora as alíquotas definitivas ainda estejam sendo definidas, <strong data-start="1436" data-end="1485">as estimativas já indicam impactos relevantes</strong> em quase todos os setores. O novo sistema será <strong data-start="1533" data-end="1551">não cumulativo</strong>, ou seja, <strong data-start="1562" data-end="1614">as empresas precisarão apurar créditos e débitos</strong> para calcular corretamente o valor a pagar.</p><p data-start="1660" data-end="1965">Mesmo empresas do <strong data-start="1678" data-end="1698">Simples Nacional</strong> não estarão isentas dos impactos. Algumas mudanças nas tabelas e a possibilidade de <strong data-start="1783" data-end="1835">optar por tributar a CBS e o IBS fora do Simples</strong> exigirão análise estratégica, especialmente para quem está em cadeias de comercialização ou presta serviços para outras empresas.</p><h3 data-start="1972" data-end="2018"><img decoding="async" class="emoji" role="img" draggable="false" src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/svg/1f4a1.svg" alt="&#x1f4a1;" /> Split Payment: Uma das maiores mudanças</h3><p data-start="2020" data-end="2231">A reforma traz também o <strong data-start="2044" data-end="2063">&#8220;split payment&#8221;</strong>, um sistema em que os tributos serão automaticamente retidos no momento do pagamento por meios eletrônicos (cartões, boletos, etc.), e repassados diretamente ao Fisco.</p><p data-start="2233" data-end="2446">Embora essa medida tenha como objetivo <strong data-start="2272" data-end="2295">reduzir a sonegação</strong>, ela <strong data-start="2301" data-end="2354">afetará diretamente o fluxo de caixa das empresas</strong>, que deixarão de receber o valor bruto da venda e já terão os tributos deduzidos na origem.</p><h3 data-start="2453" data-end="2503"><img decoding="async" class="emoji" role="img" draggable="false" src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/svg/1f3f7.svg" alt="&#x1f3f7;" /> Tratamentos especiais e setores impactados</h3><p data-start="2505" data-end="2671">A nova <strong data-start="2512" data-end="2541">Lei Complementar 214/2024</strong>, que institui o IBS e a CBS, prevê <strong data-start="2577" data-end="2600">alíquotas reduzidas</strong> para setores específicos e <strong data-start="2628" data-end="2649">regimes especiais</strong> para atividades como:</p><ul data-start="2673" data-end="2882"><li data-start="2673" data-end="2697"><p data-start="2675" data-end="2697">Bares e restaurantes</p></li><li data-start="2698" data-end="2708"><p data-start="2700" data-end="2708">Hotéis</p></li><li data-start="2709" data-end="2732"><p data-start="2711" data-end="2732">Parques de diversão</p></li><li data-start="2733" data-end="2752"><p data-start="2735" data-end="2752">Planos de saúde</p></li><li data-start="2753" data-end="2882"><p data-start="2755" data-end="2882">Empresas imobiliárias (compra, venda e locação), que <strong data-start="2808" data-end="2846">passarão a ser tributadas pelo IBS</strong>, mesmo antes isentas de ISS e ICMS.</p></li></ul><h3 data-start="2889" data-end="2944"><img decoding="async" class="emoji" role="img" draggable="false" src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/svg/1f6a8.svg" alt="&#x1f6a8;" /> O impacto será grande. A preparação é essencial.</h3><p data-start="2946" data-end="3228">Cada empresa terá <strong data-start="2964" data-end="2987">impactos diferentes</strong>, de acordo com seu setor, porte, regime tributário e modelo de negócio. Por isso, o <strong data-start="3072" data-end="3107">planejamento antecipado é vital</strong>. Ignorar essa preparação pode colocar em risco a competitividade e até a sobrevivência do seu negócio nos próximos anos.</p><h2 data-start="3235" data-end="3258"><img decoding="async" class="emoji" role="img" draggable="false" src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/svg/2705.svg" alt="&#x2705;" /> O que fazer agora?</h2><ul data-start="3260" data-end="3490"><li data-start="3260" data-end="3314"><p data-start="3262" data-end="3314">Converse com especialistas contábeis e tributários</p></li><li data-start="3315" data-end="3374"><p data-start="3317" data-end="3374">Faça simulações e estimativas com base na sua realidade</p></li><li data-start="3375" data-end="3431"><p data-start="3377" data-end="3431">Avalie as melhores opções de planejamento tributário</p></li><li data-start="3432" data-end="3490"><p data-start="3434" data-end="3490">Prepare sua equipe para as novas obrigações tecnológicas</p></li></ul><hr data-start="3492" data-end="3495" /><p data-start="3497" data-end="3603"><strong data-start="3497" data-end="3603">Em caso de dúvidas ou se quiser realizar uma simulação, entre em contato com nosso time especializado.</strong></p><h2 data-start="3145" data-end="3199"><img decoding="async" class="emoji" role="img" draggable="false" src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/svg/1f9fe.svg" alt="&#x1f9fe;" /> Fale com Especialistas e Evite Problemas Fiscais</h2><p data-start="3201" data-end="3470">A <strong data-start="3203" data-end="3248">Organização Contábil Abreu S/S LTDA – EPP</strong> está pronta para orientar sua empresa durante todo o processo de migração para a NFC-e. Oferecemos <strong data-start="3348" data-end="3394">assessoria contábil e fiscal especializada</strong>, com foco em conformidade, eficiência tributária e segurança nas operações.</p><p data-start="3472" data-end="3581"><img decoding="async" class="emoji" role="img" draggable="false" src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/svg/1f4f2.svg" alt="&#x1f4f2;" /> <strong data-start="3475" data-end="3487">WhatsApp</strong>: (11) 93745-0101<br data-start="3504" data-end="3507" /><img decoding="async" class="emoji" role="img" draggable="false" src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/svg/2709.svg" alt="&#x2709;" /><b>email:<a href="mailto:ocabreu@contabilabreu.com.br" target="_new"> ocabreu@contabilabreu.com.br</a></b></p>								</div>
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		<title>Estratégias Tributárias para Clínicas Médicas e Laboratórios</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 16:08:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Clínicas Médicas, Serviços Médicos e Laboratórios Podem Reduzir o Valor dos Tributos Estratégias Tributárias para Clínicas Médicas e Laboratórios: O Caminho para uma Carga Tributária Reduzida de Forma Legal As clínicas médicas e laboratórios, a depender dos serviços prestados, e de algumas condições, podem reduzir sua carga tributária. Os prestadores de serviços médicos pagam, independentemente</p>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Clínicas Médicas, Serviços Médicos e Laboratórios Podem Reduzir o Valor dos Tributos</h2>				</div>
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					<h3 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Estratégias Tributárias para Clínicas Médicas e Laboratórios: O Caminho para uma Carga Tributária Reduzida de Forma Legal</h3>				</div>
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									<p><strong>As clínicas médicas e laboratórios, a depender dos serviços prestados, e de algumas condições, podem reduzir sua carga tributária.</strong></p><p>Os prestadores de serviços médicos pagam, independentemente da forma de tributação que adotem, os seguintes tributos: IRPJ, CSLL, PIS, COFINS e ISS, além da contribuição previdenciária patronal (cujo cálculo pode variar conforme o regime e da existência de funcionários e pró-labore dos sócios).<br />Analisar qual o regime mais econômico não é tarefa fácil, pois depende de diversos fatores e da realização de estudos e cálculos. Caso a caso, pode ser mais econômico ser optante pelo Simples Nacional, pelo Lucro Presumido, e mesmo a adoção de determinados regimes especiais.<br />Primeiramente, no tocante ao ISS, as sociedades que prestam serviços médicos podem, cumprindo alguns requisitos, se enquadrar num regime especial, conhecido como ISS das sociedades uniprofissionais, que pode gerar uma economia lícita quanto a este tributo. Mas não são todas as sociedades que podem adotar tal regime, e a depender do cenário, pode ser que o mesmo também não compense.</p><h3>Estratégias Tributárias no Lucro Presumido: Uma Oportunidade para Reduzir Significativamente o IRPJ e a CSLL</h3><p>Outra possibilidade, para aquelas optantes pelo Lucro Presumido, é a equiparação a do cálculo do IRPJ e da CSLL ao cálculo de serviços hospitalares, que pode gerar uma grande economia quanto a tais tributos. Novamente, não são todas as clínicas médicas que podem se beneficiar de tal situação. As atividades não podem ser apenas de consultas médicas, devem haver a realização de procedimentos, como exames, procedimentos, medicina nuclear, intervenções cirúrgicas e plantões médicos, além de cumprir mais uma série de requisitos, como o cumprimento das normas da Anvisa e a constituição como sociedade empresária.<br />Muitos contribuintes pagam impostos além do devido, por desconhecerem ou desconsiderarem que suas atividades podem se enquadrar em regimes especiais, ou mesmo por não realizar um estudo de qual o regime mais adequado para seu caso específico. Mas, a economia tributária de forma lícita é fundamental para sobrevivência a longo prazo dos negócios, bem como para maximizar os resultados.<br />A questão é bastante complexa, necessitando de um estudo de um apoio especializado.</p><h4>Em caso de dúvidas, ou necessitando de assessoria, consulte nossos especialistas.</h4><p>WhatsApp: 55-11-95647-1069 / 55-11-93745-0101</p><p>ocabreu@contabilabreu.com.br</p><p><strong>Escritório de contabilidade com mais de 50 anos de experiência,</strong><br /><strong>prestando serviços contábeis e fiscais.</strong><br /><strong>Serviços: Contabilidade, Imposto de Renda, Constituição e Regularização de empresas, SPED, Folha de pagamento e Escrituração Fiscal.</strong><br /><strong>Atendemos desde MEI e Micro e Pequenas Empresas até empresas tributadas pelo Lucro Presumido/Real.</strong></p>								</div>
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		<title>SIMPLES NACIONAL X LUCRO PRESUMIDO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[RAFASEO]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2024 16:47:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>SIMPLES NACIONAL X LUCRO PRESUMIDO A LC 147/2014, atendendo a grandes reivindicações das categorias de profissionais liberais e outros setores do ramo de serviços, trouxe acesso ao Simples Nacional a empresários/sociedades de diversas atividades anteriormente impedidas de optar pelo regime. Assim, a partir de 2015, empresas e sociedades de advogados, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, veterinários, odontólogos,</p>
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									<p>A LC 147/2014, atendendo a grandes reivindicações das categorias de profissionais liberais e outros setores do ramo de serviços, trouxe acesso ao Simples Nacional a empresários/sociedades de diversas atividades anteriormente impedidas de optar pelo regime. Assim, a partir de 2015, empresas e sociedades de advogados, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, veterinários, odontólogos, arquitetos, engenheiros, psicólogos, bem como as atividades de auditoria, consultoria, economia, despachantes, tradução e interpretação, acupuntura, podologia, assessoria, consultoria, gestão, organização, controle e administração perícia, leilão e avaliação, jornalismo, publicidade, clínicas de nutrição e de vacinação, bancos de leite, corretagem de seguros, passaram a ter acesso ao regime.</p><p>A tributação pelo Simples pode representar grande economia tributária, além de haver simplificações no cumprimento de obrigações acessórias. No entanto, nem sempre a apuração pelo Simples Nacional é a melhor opção. Para algumas atividades, dependendo de alguns fatores, a carga tributária pode ficar até maior do que apurar os tributos federais pelo Lucro Presumido ou Lucro Real, e recolher separadamente os demais tributos (ISS, ICMS, INSS).</p><p>A LC 155/2016 estabeleceu novas regras quanto às alíquotas, prevendo o enquadramento nos anexos III ou V, para algumas atividades, a depender da relação acumulada dos últimos 12 meses, entre o valor da folha de salários e a receita bruta ser superior a 28% (o denominado fator r). Estão sujeitas a verificação do fator “r”, dentre outras, as seguintes atividades: fisioterapia, arquitetura, medicina, odontologia, prótese dentária, psicologia, fonoaudiologia, clínicas de vacinação, nutrição, diagnósticos por imagem, laboratórios, veterinária, engenharia e publicidade.</p><p>A diferença entre se enquadrar no Anexo III ou no V, pode significar uma tributação bem mais elevada, pois as alíquotas do Anexo III iniciam em 6%, enquanto que as do anexo V começam em 15,5%, um percentual que pode até ser superior à soma das alíquotas dos tributos pelo lucro presumido, conforme a atividade, especialmente considerando muitas dessas atividade tem uma alíquota de ISS de 2% ou ainda podem se enquadrar como sociedades uniprofissionais.</p><p>Apesar disso, nas alíquotas do Simples Nacional, salvo, estão incluídos além desses tributos a contribuição previdenciária patronal, incidente sobre a folha de pagamento e sobre os valores pagos a título de pró-labore e remuneração de profissionais autônomos. A contribuição previdenciária patronal para os contribuintes não optantes pelo Simples Nacional é de 20%, incidindo ainda, sobre os mesmos valores, contribuição aos terceiros (que pode chegar até 5,8%), da qual os contribuintes do Simples Nacional são isentos.</p><p>Para os prestadores de serviço, especialmente as atividades de profissionais liberais, outra questão importante a ser analisada é o recolhimento do ISS, que para as sociedades enquadradas como uniprofissionais que antes recolhiam o ISS em valor fixo, ao optar pelo Simples, passam a recolher o tributo municipal sobre a receita bruta.</p><p>Desse modo, dependendo do valor da folha de salários ou de pró-labore, do faturamento da empresa, a incidência de 25,8% sobre a folha pode ser significativa, tornando vantajosa a opção pelo Simples Nacional, podendo ser realizado um planejamento com o valor da retirada pró-labore (que entra na conta do fator “r”), considerando, ainda, que a contribuição para a previdência conta para a aposentadoria dos sócios. Mas a análise deve ser feita caso a caso, envolvendo ainda outros fatores, como a retenção de tributos, a substituição tributária, o regime de recolhimento do ISS e a margem de lucro, o que pode afetar a escolha também para as atividades industriais e comerciais.</p><p>Além da carga tributária, o Simples Nacional traz outras vantagens, como a simplificação de obrigações acessórias. No entanto, é preciso muita atenção no cumprimento das mesmas para a manutenção no regime, já que são previstas algumas causas de exclusão, como a não emissão reiterada de documento fiscal, existência de débitos tributários, e a não escrituração de livros contábeis. A exclusão do regime, especialmente se for retroativa, pode gerar sérios problemas para o contribuinte, portanto, é importante manter a escrituração contábil e o cumprimento das obrigações fiscais em boa ordem e atualizados, sendo de grande valia realizar verificações periódicas quanto à situação da sociedade/empresa.</p><p><strong>Escritório de contabilidade com mais de 50 anos de experiência,</strong><br /><strong>prestando serviços contábeis e fiscais.</strong><br /><strong>Serviços: Contabilidade, Imposto de Renda, Constituição e Regularização de empresas, SPED, Folha de pagamento e Escrituração Fiscal.</strong><br /><strong>Atendemos desde MEI e Micro e Pequenas Empresas até empresas tributadas pelo Lucro Presumido/Real.</strong></p>								</div>
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