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	<title>Legislação Fiscal - Escritório de Contabilidade - Organização Contábil Abreu S/S Ltda LTDA – EPP</title>
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	<description>Escritório de Contabilidade, contador, escrituração fiscal, apuração de imposto, consultoria fiscal, folha de pagamento, consultoria tributaria</description>
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		<title>NR-1 Atualizada: Empresas deverão incluir riscos psicossociais no PGR até 26 de maio de 2026</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2026 13:11:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>NR-1 Atualizada: Empresas deverão incluir riscos psicossociais no PGR até 26 de maio de 2026. A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), promovida pelo Ministério do Trabalho e Emprego por meio da Portaria MTE nº 1.419/2024, trouxe mudanças relevantes para as empresas brasileiras no que diz respeito à gestão de Saúde e Segurança do</p>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">NR-1 Atualizada: Empresas deverão incluir riscos psicossociais no PGR até 26 de maio de 2026.</h2>				</div>
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									<p class="isSelectedEnd">A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), promovida pelo Ministério do Trabalho e Emprego por meio da Portaria MTE nº 1.419/2024, trouxe mudanças relevantes para as empresas brasileiras no que diz respeito à gestão de Saúde e Segurança do Trabalho (SST).</p><p class="isSelectedEnd">A principal novidade é a inclusão dos riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), tornando obrigatória a identificação, avaliação e implementação de medidas preventivas relacionadas à saúde mental e emocional dos trabalhadores.</p><p class="isSelectedEnd">A medida reforça a importância de ambientes corporativos mais seguros, saudáveis e equilibrados, ampliando o conceito de prevenção ocupacional já existente nas organizações.</p><p class="isSelectedEnd">Com a nova regulamentação, fatores relacionados ao bem-estar psicológico dos colaboradores passam a integrar oficialmente as obrigações legais das empresas dentro do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).</p><h3>O que é a NR-1?</h3><p class="isSelectedEnd">A NR-1 é uma das principais Normas Regulamentadoras relacionadas à Segurança e Saúde do Trabalho no Brasil.</p><p class="isSelectedEnd">Ela estabelece disposições gerais, diretrizes e requisitos para gerenciamento de riscos ocupacionais, servindo como base para diversas obrigações trabalhistas ligadas à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.</p><p class="isSelectedEnd">A norma define responsabilidades tanto para empregadores quanto para trabalhadores, incluindo:</p><ul data-spread="false"><li>gerenciamento de riscos;</li><li>prevenção de acidentes;</li><li>treinamento e capacitação;</li><li>elaboração de documentos obrigatórios;</li><li>implementação do PGR;</li><li>cumprimento das normas de SST.</li></ul><p class="isSelectedEnd">Nos últimos anos, a NR-1 passou por diversas modernizações para acompanhar as mudanças no ambiente corporativo e nas relações de trabalho.</p><p class="isSelectedEnd">Agora, com a atualização mais recente, a saúde mental passa a ter papel central nas políticas de prevenção ocupacional.</p><h3>O que são riscos psicossociais?</h3><p class="isSelectedEnd">Os riscos psicossociais são fatores presentes no ambiente de trabalho que podem afetar a saúde emocional, psicológica e social dos trabalhadores.</p><p class="isSelectedEnd">Esses fatores podem gerar consequências como:</p><ul data-spread="false"><li>ansiedade;</li><li>estresse crônico;</li><li>síndrome de burnout;</li><li>depressão;</li><li>queda de produtividade;</li><li>afastamentos previdenciários;</li><li>conflitos internos;</li><li>aumento da rotatividade;</li><li>doenças ocupacionais relacionadas ao trabalho.</li></ul><p class="isSelectedEnd">Muitas vezes, esses riscos estão ligados à organização do trabalho, cultura empresarial, pressão excessiva e relacionamentos interpessoais inadequados.</p><p class="isSelectedEnd">A partir da atualização da NR-1, as empresas deverão considerar esses fatores dentro de seus processos de gerenciamento de riscos ocupacionais.</p><h3>Quais fatores deverão ser analisados pelas empresas?</h3><p class="isSelectedEnd">A norma não apresenta uma lista única e fechada de riscos psicossociais, mas estabelece a necessidade de identificação e avaliação de situações que possam comprometer a saúde mental dos trabalhadores.</p><p class="isSelectedEnd">Entre os principais fatores que deverão ser observados estão:</p><h3>Assédio moral</h3><p class="isSelectedEnd">Caracteriza-se por situações repetitivas de humilhação, constrangimento, perseguição ou exposição vexatória no ambiente de trabalho.</p><p class="isSelectedEnd">Exemplos:</p><ul data-spread="false"><li>cobranças abusivas;</li><li>exposição pública de erros;</li><li>ameaças constantes;</li><li>isolamento do colaborador;</li><li>pressão excessiva.</li></ul><h3>Assédio sexual</h3><p class="isSelectedEnd">Inclui comportamentos inadequados de natureza sexual que gerem constrangimento ou intimidação.</p><p class="isSelectedEnd">A empresa deverá possuir mecanismos de prevenção, investigação e acolhimento.</p><h3>Sobrecarga de trabalho</h3><p class="isSelectedEnd">Acontece quando o colaborador é submetido a excesso de tarefas, metas inalcançáveis ou ritmo intenso de trabalho sem equilíbrio adequado.</p><p class="isSelectedEnd">Esse fator está diretamente relacionado ao aumento dos casos de esgotamento profissional.</p><h3>Jornadas excessivas</h3><p class="isSelectedEnd">Longas jornadas de trabalho, ausência de pausas adequadas e excesso de horas extras também deverão ser avaliados como possíveis riscos psicossociais.</p><h3>Estresse ocupacional</h3><p class="isSelectedEnd">Ambientes altamente pressionados, falta de suporte organizacional e clima corporativo negativo podem desencadear estresse contínuo e impactos relevantes na saúde dos trabalhadores.</p><h3>Falta de apoio organizacional</h3><p class="isSelectedEnd">Ambientes sem comunicação adequada, ausência de liderança saudável e falta de reconhecimento profissional também podem gerar riscos psicossociais.</p><h3>O que muda no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)?</h3><p class="isSelectedEnd">O Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) já era obrigatório para muitas empresas como parte das exigências de Segurança e Saúde do Trabalho.</p><p class="isSelectedEnd">Com a atualização da NR-1, o PGR deverá incluir também a análise dos fatores psicossociais.</p><p class="isSelectedEnd">Na prática, isso significa que as empresas precisarão:</p><ul data-spread="false"><li>identificar riscos ligados à saúde mental;</li><li>documentar avaliações;</li><li>implementar medidas preventivas;</li><li>monitorar ambientes organizacionais;</li><li>revisar políticas internas;</li><li>promover ações preventivas contínuas.</li></ul><p class="isSelectedEnd">O gerenciamento dos riscos psicossociais deverá fazer parte da rotina da empresa, assim como já ocorre com riscos físicos, químicos, ergonômicos e biológicos.</p><h3>Qual é o prazo para adequação?</h3><p class="isSelectedEnd">O Ministério do Trabalho e Emprego publicou a Portaria MTE nº 765/2025 prorrogando o prazo para adaptação das empresas.</p><p class="isSelectedEnd">Dessa forma, as organizações terão até 25 de maio de 2026 para adequar seus procedimentos internos às novas exigências da NR-1.</p><p class="isSelectedEnd">A partir de 26 de maio de 2026, a norma passará a ser plenamente exigível durante fiscalizações trabalhistas.</p><p class="isSelectedEnd">Empresas que não estiverem adequadas poderão sofrer:</p><ul data-spread="false"><li>autuações;</li><li>multas administrativas;</li><li>notificações;</li><li>passivos trabalhistas;</li><li>responsabilizações relacionadas à saúde ocupacional.</li></ul><h3>Quais empresas serão obrigadas a cumprir a norma?</h3><p class="isSelectedEnd">A atualização da NR-1 possui impacto amplo e alcança empresas de diferentes portes e segmentos econômicos.</p><p class="isSelectedEnd">Isso inclui:</p><ul data-spread="false"><li>comércio;</li><li>indústria;</li><li>prestadores de serviços;</li><li>escritórios;</li><li>clínicas;</li><li>transportadoras;</li><li>empresas do setor tecnológico;</li><li>empresas familiares;</li><li>micro e pequenas empresas.</li></ul><p class="isSelectedEnd">Independentemente do tamanho da organização, a gestão dos riscos ocupacionais deverá considerar também os aspectos psicossociais.</p><h3>Como as empresas podem iniciar a adequação?</h3><p class="isSelectedEnd">A adequação à nova NR-1 exige planejamento e atuação conjunta entre:</p><ul data-spread="false"><li>RH;</li><li>Departamento Pessoal;</li><li>gestores;</li><li>Medicina do Trabalho;</li><li>Segurança do Trabalho;</li><li>consultorias especializadas.</li></ul><p class="isSelectedEnd">Entre as principais ações recomendadas estão:</p><h3>1. Revisão do PGR</h3><p class="isSelectedEnd">O primeiro passo é revisar o Programa de Gerenciamento de Riscos existente para incluir fatores psicossociais.</p><h3>2. Levantamento de riscos</h3><p class="isSelectedEnd">A empresa deverá identificar possíveis situações que afetem o bem-estar emocional dos trabalhadores.</p><p class="isSelectedEnd">Isso pode envolver:</p><ul data-spread="false"><li>entrevistas;</li><li>questionários;</li><li>avaliações internas;</li><li>análise organizacional;</li><li>levantamento de indicadores.</li></ul><h3>3. Criação de políticas internas</h3><p class="isSelectedEnd">Muitas empresas precisarão atualizar:</p><ul data-spread="false"><li>código de conduta;</li><li>políticas de prevenção ao assédio;</li><li>canais de denúncia;</li><li>normas internas;</li><li>programas de acolhimento.</li></ul><h3>4. Treinamento de lideranças</h3><p class="isSelectedEnd">Gestores terão papel fundamental na prevenção de riscos psicossociais.</p><p class="isSelectedEnd">Treinamentos sobre:</p><ul data-spread="false"><li>liderança saudável;</li><li>comunicação;</li><li>prevenção de assédio;</li><li>gestão humanizada;</li><li>saúde emocional;<br />serão cada vez mais importantes.</li></ul><h3>5. Monitoramento contínuo</h3><p class="isSelectedEnd">A gestão de riscos psicossociais não deverá ocorrer apenas uma vez.</p><p class="isSelectedEnd">Será necessário acompanhar continuamente:</p><ul data-spread="false"><li>clima organizacional;</li><li>afastamentos;</li><li>indicadores de saúde;</li><li>conflitos internos;</li><li>níveis de estresse ocupacional.</li></ul><h3>Qual a importância da saúde mental no ambiente corporativo?</h3><p class="isSelectedEnd">Nos últimos anos, aumentou significativamente o número de afastamentos relacionados a transtornos psicológicos e emocionais no ambiente de trabalho.</p><p class="isSelectedEnd">Questões como:</p><ul data-spread="false"><li>burnout;</li><li>ansiedade;</li><li>depressão;</li><li>esgotamento emocional;</li><li>pressão corporativa;<br />ganharam destaque nas discussões trabalhistas e previdenciárias.</li></ul><p class="isSelectedEnd">A atualização da NR-1 busca justamente fortalecer a prevenção desses problemas dentro das organizações.</p><p class="isSelectedEnd">Além do cumprimento legal, investir em saúde mental traz benefícios importantes para as empresas.</p><h3>Benefícios da adequação à NR-1</h3><p class="isSelectedEnd">Empresas que adotam políticas preventivas e ambientes organizacionais mais saudáveis podem obter vantagens como:</p><h3>Redução de afastamentos</h3><p class="isSelectedEnd">A prevenção reduz casos de adoecimento ocupacional e absenteísmo.</p><h3>Melhoria do clima organizacional</h3><p class="isSelectedEnd">Ambientes mais equilibrados favorecem relações profissionais mais saudáveis.</p><h3>Maior produtividade</h3><p class="isSelectedEnd">Colaboradores emocionalmente saudáveis tendem a apresentar melhor desempenho.</p><h3>Redução de passivos trabalhistas</h3><p class="isSelectedEnd">A adoção de medidas preventivas ajuda a diminuir riscos de ações judiciais e responsabilizações futuras.</p><h3>Fortalecimento da imagem da empresa</h3><p class="isSelectedEnd">Organizações que valorizam saúde mental e bem-estar costumam melhorar sua reputação perante colaboradores e mercado.</p><h3>Qual o papel da contabilidade nesse processo?</h3><p class="isSelectedEnd">Embora a implementação técnica da NR-1 seja conduzida por profissionais de Medicina e Segurança do Trabalho, os escritórios contábeis possuem papel importante na orientação dos clientes.</p><p class="isSelectedEnd">A contabilidade atua:</p><ul data-spread="false"><li>alertando sobre novas obrigações;</li><li>auxiliando no compliance trabalhista;</li><li>orientando sobre riscos legais;</li><li>acompanhando mudanças regulatórias;</li><li>apoiando a gestão empresarial.</li></ul><p class="isSelectedEnd">Por isso, é cada vez mais comum que empresas contábeis publiquem conteúdos relacionados à SST, eSocial, legislação trabalhista e gerenciamento de riscos ocupacionais.</p><h3>Sua empresa está preparada?</h3><p class="isSelectedEnd">A atualização da NR-1 representa uma mudança importante na forma como as empresas deverão tratar a saúde ocupacional dentro do ambiente corporativo.</p><p class="isSelectedEnd">A inclusão dos riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos reforça a necessidade de ambientes de trabalho mais seguros, equilibrados e humanizados.</p><p class="isSelectedEnd">Com a obrigatoriedade prevista para maio de 2026, é fundamental que as empresas iniciem desde já o processo de adequação, evitando problemas futuros relacionados à fiscalização trabalhista e passivos jurídicos.</p><p class="isSelectedEnd">Recomendamos que as organizações procurem assessoria especializada em Medicina e Segurança do Trabalho para análise das exigências da norma e implementação das medidas necessárias.</p><p class="isSelectedEnd">A Organização Contábil Abreu SS Ltda permanece à disposição para orientar seus clientes quanto às atualizações trabalhistas e obrigações empresariais relacionadas à nova NR-1.</p><h3><em>Referências</em></h3><ul data-spread="false"><li><em>Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1);</em></li><li><em>Portaria MTE nº 1.419/2024;</em></li><li><em>Portaria MTE nº 765/2025;</em></li><li><em>Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR);</em></li><li><em>Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).</em></li></ul><p><a href="https://contabilabreu.com.br/"><strong>Organização Contábil Abreu S/S Ltda – EPP</strong></a><br />Rua do Carmo, 112 – 7º andar – CJs. 71 e 72<br />Centro – São Paulo – SP<br /><strong>Tel</strong>: (11) 3242-8045 | <strong>WhatsApp</strong>: (11) 93745-0101<br /><b>email: </b><a href="mailto:ocabreu@contabilabreu.com.br"><span class="elementor-icon-list-text">ocabreu@contabilabreu.com.br</span></a></p>								</div>
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		<title>Emissão de Nota Fiscal em Receitas de Aluguel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[RAFASEO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 21:18:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[NFS-e]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Contábil]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Emissão de Nota Fiscal em Receitas de Aluguel: Regras e Obrigações em São Paulo e no Brasil A emissão de notas fiscais sobre receitas de aluguel de imóveis é um tema que gera muitas dúvidas entre empresários, contadores e advogados tributários. Historicamente, aluguéis de imóveis, sejam comerciais ou residenciais, ficaram à margem da obrigatoriedade de</p>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Emissão de Nota Fiscal em Receitas de Aluguel: Regras e Obrigações em São Paulo e no Brasil</h2>				</div>
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									<p data-start="283" data-end="772">A emissão de notas fiscais sobre receitas de aluguel de imóveis é um tema que gera muitas dúvidas entre empresários, contadores e advogados tributários. Historicamente, aluguéis de imóveis, sejam comerciais ou residenciais, ficaram à margem da obrigatoriedade de nota fiscal, por não serem considerados serviços tributáveis pelo ISS (Imposto Sobre Serviços). No entanto, com mudanças recentes na legislação e a crescente digitalização das obrigações fiscais, este cenário está evoluindo.</p><p data-start="774" data-end="1095">Este artigo, escrito sob a perspectiva de um contador e jornalista experiente, aborda de forma técnica e clara quando e por que empresas de todos os portes e regimes tributários devem emitir notas fiscais ao receber aluguéis, com foco especial nas normas da cidade de São Paulo e comparações com outras regiões do Brasil.</p><p data-start="1097" data-end="1504">O objetivo é esclarecer as regras atuais, diferenças entre documentos fiscais (nota fiscal eletrônica versus recibos), obrigações acessórias envolvidas, distinções entre locadores pessoa física e pessoa jurídica, implicações tributárias e riscos de não emissão. Também serão mencionados entendimentos de órgãos fiscais e jurisprudência relevante, além de apontar tendências futuras com a reforma tributária.</p><h2 data-start="1506" data-end="1563">Obrigatoriedade da Nota Fiscal na Locação de Imóveis</h2><h3 data-start="1564" data-end="1619">Locação não é serviço (na lógica clássica do ISS)</h3><p data-start="1620" data-end="2069">Pela estrutura jurídica tradicional do sistema tributário brasileiro, a locação de bens – incluindo imóveis – não é considerada prestação de serviço, mas sim uma obrigação de “ceder o uso” de um bem. Isso tem reflexos diretos na tributação municipal: o ISS é um imposto que recai sobre serviços listados em lei complementar. Em linhas gerais, a locação pura de bens não integra a lista típica de serviços, e por isso, historicamente, não gerava ISS.</p><p data-start="2071" data-end="2305">Por consequência, durante anos a regra prática foi: se não existe ISS sobre a locação pura, não há, em princípio, uma obrigação típica municipal de emissão de Nota Fiscal de Serviços (NFS-e), porque ela é o documento “natural” do ISS.</p><p data-start="2307" data-end="2601">Em São Paulo, isso sempre foi percebido de forma clara: o sistema municipal de NFS-e foi desenhado para atividades de serviço tributáveis, e a locação de imóvel puro não se encaixava com facilidade, pois não havia um código de serviço correspondente como “locação de imóvel” no contexto de ISS.</p><h3 data-start="2603" data-end="2661">Exceções: quando “aluguel” vira operação com serviço</h3><p data-start="2662" data-end="2920">Apesar da locação pura não ser vista como serviço, existem situações em que a operação tem formato híbrido. Nesses casos, é comum que a fiscalização e a jurisprudência requalifiquem a operação como prestação de serviço, seja integralmente, seja parcialmente.</p><p data-start="2922" data-end="2947">Exemplos comuns de risco:</p><ul data-start="2949" data-end="3299"><li data-start="2949" data-end="3121"><p data-start="2951" data-end="3121">Contratos em que há cessão de espaço com serviços essenciais inseparáveis (limpeza, segurança, recepção, manutenção obrigatória e contínua, suporte, estrutura técnica).</p></li><li data-start="3122" data-end="3212"><p data-start="3124" data-end="3212">Locação de máquinas com operador, ou fornecimento de mão de obra operacional embutida.</p></li><li data-start="3213" data-end="3299"><p data-start="3215" data-end="3299">Modelos em que a “locação” é apenas uma forma de disfarçar uma prestação de serviço.</p></li></ul><p data-start="3301" data-end="3431">Nessas hipóteses, a emissão de NFS-e pode se tornar exigível sobre a parte reconhecida como serviço, e haverá recolhimento de ISS.</p><p data-start="3433" data-end="3690">A recomendação técnica aqui é objetiva: se existe prestação de serviço no contrato, deve-se separar e documentar com rigor o que é locação e o que é serviço. Quando a separação é artificial ou impossível, o risco de tributação integral como serviço aumenta.</p><h3 data-start="3692" data-end="3753">Documentação sempre foi necessária, ainda que sem NFS-e</h3><p data-start="3754" data-end="4009">Mesmo quando a locação não exigia nota fiscal municipal, a operação nunca esteve “fora do radar” tributário. A receita de aluguel sempre foi relevante para<strong> <a href="https://contabilabreu.com.br/tabela-irpf-2026-analise-fiscal-completa/" target="_blank" rel="noopener">Imposto de Renda</a></strong> e contribuições federais. Por isso, mesmo sem NFS-e, é indispensável documentação.</p><p data-start="4011" data-end="4181">Da ótica do locatário (inquilino), especialmente quando é empresa, é essencial ter contrato e comprovantes robustos para justificar a despesa de aluguel na contabilidade.</p><h2 data-start="4183" data-end="4255">Recibo de Aluguel vs. Nota Fiscal Eletrônica: o que muda na prática</h2><p data-start="4256" data-end="4357">Até a transição que vem com a reforma tributária, o documento mais comum para formalizar aluguel era:</p><ul data-start="4359" data-end="4448"><li data-start="4359" data-end="4383"><p data-start="4361" data-end="4383">contrato de locação;</p></li><li data-start="4384" data-end="4448"><p data-start="4386" data-end="4448">recibos mensais (ou faturas de locação) emitidos pelo locador.</p></li></ul><h3 data-start="4450" data-end="4480">Recibo/fatura de locação</h3><p data-start="4481" data-end="4754">É um documento particular que comprova a obrigação e o pagamento. Ele tem validade jurídica e é aceito como comprovante contábil, desde que contenha dados adequados: identificação das partes, descrição do imóvel, valor, competência, data, assinatura ou comprovação digital.</p><p data-start="4756" data-end="4908">Ele não gera crédito tributário e não se confunde com nota fiscal, mas cumpre função decisiva em auditorias, controles internos e fiscalização de renda.</p><h3 data-start="4910" data-end="4946">NFS-e (nota fiscal eletrônica)</h3><p data-start="4947" data-end="5133">A NFS-e é o documento fiscal municipal ou nacional típico de serviços. Na lógica anterior, ela não era “natural” para locação de imóvel, porque não havia ISS e não havia item de serviço.</p><p data-start="5135" data-end="5328">Agora, com a evolução normativa, o cenário muda: a nota fiscal eletrônica passa a ser utilizada como instrumento de controle e apuração de novos tributos sobre consumo, inclusive para locações.</p><h2 data-start="5330" data-end="5393">Pessoa Física vs. Pessoa Jurídica: tratamento e obrigações</h2><h3 data-start="5394" data-end="5421">Locador pessoa física</h3><p data-start="5422" data-end="5548">Pessoa física, tradicionalmente, não emite nota fiscal municipal por aluguel. A formalização sempre foi por contrato e recibo.</p><p data-start="5550" data-end="5856">O ponto crítico surge quando o locatário é pessoa jurídica: nesse caso, a empresa locatária pode ter dever de retenção de IR na fonte, conforme regras de retenção sobre aluguel pago a pessoa física. A retenção não elimina a obrigação do locador declarar o rendimento, mas serve como antecipação do imposto.</p><p data-start="5858" data-end="6002">Se o locatário for pessoa física, não há retenção na fonte e o controle fica com o locador via carnê-leão (quando aplicável) e declaração anual.</p><h3 data-start="6004" data-end="6033">Locador pessoa jurídica</h3><p data-start="6034" data-end="6343">Quando a receita de aluguel entra em uma pessoa jurídica, passa a existir uma camada mais estruturada de obrigações: escrituração contábil, apuração de tributos federais e declarações acessórias. A emissão de documento (recibo/fatura) sempre foi recomendada, ainda que nota fiscal municipal não fosse exigida.</p><p data-start="6345" data-end="6397">Além disso, a forma de tributação depende do regime:</p><h4 data-start="6399" data-end="6422">Simples Nacional</h4><p data-start="6423" data-end="6747">Em regra, empresa que explora locação de imóveis próprios como atividade principal tende a encontrar impedimentos relevantes no Simples, com exceções específicas quando a operação se mistura a atividades sujeitas ao ISS ou quando a estrutura jurídica da empresa envolve outras receitas efetivamente tributáveis como serviço.</p><p data-start="6749" data-end="6900">É um ponto que exige revisão do objeto social, CNAEs e realidade operacional, porque o enquadramento incorreto pode gerar desenquadramento e autuações.</p><h4 data-start="6902" data-end="6924">Lucro Presumido</h4><p data-start="6925" data-end="7162">É um regime muito usado por holdings patrimoniais e empresas de locação. Na prática, receitas de aluguel entram como receita bruta e sofrem apuração por presunção para IRPJ e CSLL, além de incidência de PIS e COFINS em regime cumulativo.</p><h4 data-start="7164" data-end="7181">Lucro Real</h4><p data-start="7182" data-end="7526">No Lucro Real, a receita entra no lucro contábil ajustado. A vantagem técnica é a possibilidade de deduzir despesas relacionadas ao imóvel (quando comprovadas e permitidas), o que pode reduzir a base de IRPJ e CSLL. Por outro lado, o tratamento de PIS/COFINS pode ser mais pesado dependendo da operação e do aproveitamento (ou não) de créditos.</p><h4 data-start="7528" data-end="7551">Imunes e isentas</h4><p data-start="7552" data-end="7938">Entidades com imunidade ou isenção devem ter cautela: receitas de aluguel precisam ser tratadas com transparência, respeitando a destinação institucional e as exigências legais. Em alguns cenários, a locação pode ser admitida sem descaracterizar a condição, desde que os recursos sejam aplicados nos fins essenciais. Porém, isso não elimina obrigações formais de registro e comprovação.</p><h2 data-start="7940" data-end="7996">Obrigações acessórias e impostos ligados ao aluguel</h2><p data-start="7997" data-end="8047">Mesmo sem nota fiscal, a receita de aluguel exige:</p><ul data-start="8049" data-end="8315"><li data-start="8049" data-end="8079"><p data-start="8051" data-end="8079">registro contábil correto;</p></li><li data-start="8080" data-end="8172"><p data-start="8082" data-end="8172">apuração e recolhimento de tributos federais (IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, conforme regime);</p></li><li data-start="8173" data-end="8315"><p data-start="8175" data-end="8315">entrega de obrigações acessórias como escrituração contábil e fiscal, declarações de débitos e créditos e demais módulos do SPED aplicáveis.</p></li></ul><p data-start="8317" data-end="8475">O ISS só entra em cena se houver serviço. Quando há serviço no pacote, a emissão de NFS-e é obrigatória sobre a parcela do serviço e o ISS deve ser recolhido.</p><p data-start="8477" data-end="8644">Também é essencial avaliar retenções em situações específicas: aluguel pago por PJ para PF, e operações com órgãos públicos, que podem ter regras próprias de retenção.</p><h2 data-start="8646" data-end="8725">Riscos da não formalização e da não emissão (no contexto antigo e no novo)</h2><h3 data-start="8726" data-end="8795">Cenário antigo (sem obrigatoriedade de NFS-e para locação pura)</h3><p data-start="8796" data-end="8986">O risco central sempre foi a omissão de receita e o descasamento entre vida financeira e declarações fiscais. Mesmo sem nota fiscal, a Receita Federal sempre pôde fiscalizar rendimentos por:</p><ul data-start="8988" data-end="9139"><li data-start="8988" data-end="9014"><p data-start="8990" data-end="9014">movimentação bancária;</p></li><li data-start="9015" data-end="9056"><p data-start="9017" data-end="9056">cruzamento com contratos e registros;</p></li><li data-start="9057" data-end="9107"><p data-start="9059" data-end="9107">informações de imobiliárias e administradoras;</p></li><li data-start="9108" data-end="9139"><p data-start="9110" data-end="9139">inconsistências patrimoniais.</p></li></ul><p data-start="9141" data-end="9277">Quando identificada omissão, as consequências costumam ser relevantes: autuação, multas e juros, e em casos graves, repercussões penais.</p><h3 data-start="9279" data-end="9344">Cenário novo (com obrigação de documento fiscal eletrônico)</h3><p data-start="9345" data-end="9635">A tendência é que a fiscalização se torne mais automatizada. Se a obrigação de emitir nota fiscal de locação for implementada em escala nacional, o cruzamento será ainda mais direto: o pagamento do aluguel existirá no sistema bancário, e a nota correspondente deverá existir na base fiscal.</p><p data-start="9637" data-end="9764">Isso reduzirá drasticamente a margem para informalidade, especialmente para locadores com muitos imóveis e receitas relevantes.</p><h2 data-start="9766" data-end="9817">Entendimentos e jurisprudência: o fio condutor</h2><p data-start="9818" data-end="9865">O entendimento jurídico consolidado sempre foi:</p><ul data-start="9867" data-end="10049"><li data-start="9867" data-end="9898"><p data-start="9869" data-end="9898">locação pura não é serviço;</p></li><li data-start="9899" data-end="9973"><p data-start="9901" data-end="9973">se houver obrigação de fazer embutida e inseparável, pode ser serviço;</p></li><li data-start="9974" data-end="10049"><p data-start="9976" data-end="10049">a forma contratual não pode ser usada para disfarçar natureza tributável.</p></li></ul><p data-start="10051" data-end="10187">Essa linha orienta a estruturação de contratos e a postura contábil correta: transparência, segregação de receitas e documentação clara.</p><h2 data-start="10189" data-end="10250">São Paulo como referência e o cenário nos demais estados</h2><h3 data-start="10251" data-end="10266">São Paulo</h3><p data-start="10267" data-end="10496">São Paulo sempre foi referência por ter um sistema municipal robusto para NFS-e. Ainda assim, a locação de imóvel puro não estava dentro da dinâmica padrão do ISS. Por isso, o locador paulista tipicamente usava contrato e recibo.</p><p data-start="10498" data-end="10792">Com a transição para padrões nacionais de NFS-e e a incorporação de novos tributos sobre consumo, São Paulo passou a operar em regime de adaptação de layouts e integração. A cidade tende a seguir o padrão nacional assim que a obrigatoriedade de emissão para locação for plenamente implementada.</p><h3 data-start="10794" data-end="10827">Outros estados e municípios</h3><p data-start="10828" data-end="11059">No Brasil, a lógica tributária municipal não variava tanto quanto se imagina nesse tema: a locação pura não era foco de ISS. O que variava era o nível de digitalização de cada prefeitura e sua capacidade de orientar o contribuinte.</p><p data-start="11061" data-end="11272">O ponto chave agora é a padronização: com a NFS-e nacional e regras unificadas, as diferenças municipais tendem a diminuir ao longo do tempo, ainda que a implementação prática possa ocorrer em ritmos diferentes.</p><h2 data-start="11274" data-end="11359">Reforma tributária e a virada: por que agora se fala em nota fiscal para aluguel</h2><p data-start="11360" data-end="11620">A grande mudança está na tributação sobre consumo e na busca por padronização e rastreabilidade fiscal. Ao incluir locações no radar de novos tributos (como IBS e CBS), surge a necessidade operacional de um documento fiscal eletrônico padronizado que registre:</p><ul data-start="11622" data-end="11786"><li data-start="11622" data-end="11645"><p data-start="11624" data-end="11645">o valor da locação;</p></li><li data-start="11646" data-end="11676"><p data-start="11648" data-end="11676">a identificação do imóvel;</p></li><li data-start="11677" data-end="11702"><p data-start="11679" data-end="11702">as partes envolvidas;</p></li><li data-start="11703" data-end="11733"><p data-start="11705" data-end="11733">a competência e o período;</p></li><li data-start="11734" data-end="11786"><p data-start="11736" data-end="11786">e os campos de tributos aplicáveis no novo modelo.</p></li></ul><p data-start="11788" data-end="12039">Isso abre uma fase de adaptação para empresas locadoras e, possivelmente, para pessoas físicas com grande volume de locações. Mesmo quando não houver imposto efetivo em determinado momento, o documento fiscal pode ser exigido como obrigação acessória.</p><p data-start="12041" data-end="12202">Esse ponto muda a cultura do setor e exige planejamento: sistemas, cadastros, cláusulas contratuais de repasse de tributos e reestruturação dos fluxos contábeis.</p><h3 data-start="12204" data-end="12218">Visão geral</h3><p data-start="12219" data-end="12525">A emissão de nota fiscal em receitas de aluguel está deixando de ser um tema “opcional” ou “secundário” para entrar no centro da agenda tributária. Por décadas, locação de imóvel puro não teve ISS e, portanto, não se encaixava naturalmente na emissão de NFS-e. A formalização se deu por contrato e recibos.</p><p data-start="12527" data-end="12661">Mesmo assim, a receita sempre exigiu rigor contábil e fiscal, com registros e declarações federais, sob pena de autuações por omissão.</p><p data-start="12663" data-end="12943">Agora, com a reforma tributária e a expansão da tributação sobre consumo, o Estado precisa de um mecanismo padronizado de controle. A nota fiscal eletrônica nacional surge como instrumento dessa nova realidade, com expectativa de crescimento na obrigação de emissão para locações.</p><p data-start="12945" data-end="13248">Para empresas, o caminho técnico é claro: mapear contratos, separar locação de serviços quando existir mistura, revisar regimes tributários, estruturar rotinas de emissão e escrituração e preparar tecnologia e processos. Para locadores pessoa física em grande escala, a adaptação também será inevitável.</p><p data-start="13250" data-end="13566">O aluguel continuará sendo uma das formas mais tradicionais e sólidas de renda patrimonial. O que muda é o nível de formalização. E, para quem atua com profissionalismo, essa mudança é também uma oportunidade: reduzir riscos, melhorar governança, aumentar transparência e operar com mais segurança jurídica e fiscal.</p><p data-start="13250" data-end="13566"><a href="https://contabilabreu.com.br/"><strong>Organização Contábil Abreu S/S Ltda – EPP</strong></a><br />Rua do Carmo, 112 – 7º andar – CJs. 71 e 72<br />Centro – São Paulo – SP<br /><strong>Tel</strong>: (11) 3242-8045 | <strong>WhatsApp</strong>: (11) 93745-0101<br /><b>email: </b><a href="mailto:ocabreu@contabilabreu.com.br"><span class="elementor-icon-list-text">ocabreu@contabilabreu.com.br</span></a></p>								</div>
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		<title>Adiamento da Validação de IBS e CBS nas Notas Fiscais (2026)</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 22:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação Fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adiamento da Validação de IBS e CBS nas Notas Fiscais (2026) O Cenário da Reforma e o Ato Administrativo A Emenda Constitucional n.º 132/2023, que estabeleceu a Reforma Tributária, deu origem ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que comporão o novo Imposto sobre Valor Agregado (IVA)</p>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Adiamento da Validação de IBS e CBS nas Notas Fiscais (2026)</h2>				</div>
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									<h2 data-path-to-node="4">O Cenário da Reforma e o Ato Administrativo</h2><p data-path-to-node="5">A <b>Emenda Constitucional n.º 132/2023</b>, que estabeleceu a Reforma Tributária, deu origem ao Imposto sobre Bens e Serviços (<b>IBS</b>) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (<b>CBS</b>), que comporão o novo Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual. A integração desses novos tributos no ambiente digital dos documentos fiscais eletrônicos é uma das etapas mais críticas da transição.</p><p data-path-to-node="6">Recentemente, a Receita Federal do Brasil (<b>RFB</b>), em coordenação com o Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (<b>ENCAT</b>), divulgou uma decisão administrativa de grande impacto. Foi anunciado o <b>adiamento da validação obrigatória</b> dos campos referentes ao IBS e CBS nos <i>Documentos Fiscais Eletrônicos (DF-e)</i>, o que abrange principalmente a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e).</p><blockquote data-path-to-node="7"><p data-path-to-node="7,0"><b>Atenção:</b> A exigência desta validação técnica, que causaria a rejeição automática do documento em caso de erro ou omissão, estava inicialmente programada para entrar em vigor em <b>janeiro de 2026</b>. O adiamento suspende temporariamente a ação fiscalizatória no momento da autorização do DF-e.</p></blockquote><h2 data-path-to-node="9">Distinção Crucial: Preenchimento vs. Validação</h2><p data-path-to-node="10">É fundamental que as empresas compreendam a diferença entre a regra técnica e a obrigação legal. O adiamento não significa a postergação da Reforma Tributária ou da exigência de cálculo dos novos impostos.</p><p data-path-to-node="11">A <b>Validação</b> é uma regra técnica aplicada pelos ambientes autorizadores (SEFAZ ou RFB) que verifica se o <i>schema</i> XML está completo e correto, rejeitando-o em caso de inconformidade. Esta regra foi suspensa.</p><p data-path-to-node="12">Entretanto, a <b>Obrigatoriedade de Preenchimento</b> dos campos do IBS e CBS nos documentos fiscais <b>permanece inalterada</b>. O contribuinte, de acordo com o cronograma de <i>faseamento</i> da Reforma, precisa inserir os dados corretos nos <i>layouts</i> dos DF-e.</p><p data-path-to-node="13">Na prática, isso significa que:</p><ol start="1" data-path-to-node="14"><li><p data-path-to-node="14,0,0"><b>Rejeição Não Ocorre:</b> As notas fiscais <b>não serão rejeitadas</b> por ausência ou preenchimento inadequado dos campos de IBS/CBS nos servidores da SEFAZ ou RFB.</p></li><li><p data-path-to-node="14,1,0"><b>Responsabilidade Mantida:</b> O contribuinte tem a <b>responsabilidade total</b> de garantir que as informações de IBS e CBS estejam corretas no XML, pois esses dados serão utilizados na futura escrituração fiscal e nas obrigações acessórias.</p></li></ol><p data-path-to-node="15">O relaxamento na porta de entrada (a validação) não elimina os <b>riscos fiscais futuros</b>, como autuações e questionamentos em auditorias, caso os valores informados estejam incorretos ou inconsistentes com a legislação vigente.</p><h2 data-path-to-node="17">Por Trás do Adiamento: Desafios Técnicos e Operacionais</h2><p data-path-to-node="18">A decisão de postergar a validação técnica foi motivada por uma conjunção de fatores que indicavam uma provável crise de emissão de documentos fiscais no início de 2026:</p><ul data-path-to-node="19"><li><p data-path-to-node="19,0,0"><b>Complexidade do Design Fiscal:</b> O modelo de IVA dual (IBS federal e CBS subnacional) introduziu uma complexidade sem precedentes no mapeamento de alíquotas, regimes específicos, e regras de <i>Substituição Tributária (ST)</i> para milhares de produtos e serviços.</p></li><li><p data-path-to-node="19,1,0"><b>Adaptação de Sistemas (ERP e Softwares Emissores):</b> Os desenvolvedores de <i>softwares</i> ERP e emissores fiscais relataram dificuldades em ajustar seus sistemas a tempo. Isso envolve a reengenharia de módulos inteiros de cálculo, cadastros de produtos, e <i>interfaces de integração</i> com as regras fiscais.</p></li><li><p data-path-to-node="19,2,0"><b>Definição de Leiautes:</b> A necessidade de constantes ajustes nos <i>leiautes</i> e regras de negócio detalhadas (Notas Técnicas) consumiu tempo precioso, gerando incerteza e atrasando o desenvolvimento final.</p></li><li><p data-path-to-node="19,3,0"><b>Mitigação de Crise:</b> O adiamento é uma estratégia para evitar o <b>caos operacional</b>, prevenindo que um volume massivo de notas fiscais fosse rejeitado logo na primeira fase de exigência, o que paralisaria cadeias produtivas.</p></li></ul><h2 data-path-to-node="21">Oportunidades e Perigos na Nova Linha do Tempo</h2><p data-path-to-node="22">Embora seja um alívio temporário para o setor, o adiamento cria um novo conjunto de desafios gerenciais e técnicos.</p><h3 data-path-to-node="23">4.1. Vantagens Estratégicas: Ganhando Profundidade</h3><p data-path-to-node="24">O tempo adicional deve ser visto como uma <b>oportunidade de ouro</b> para o aprimoramento. As empresas ganham fôlego para realizar:</p><ul data-path-to-node="25"><li><p data-path-to-node="25,0,0"><b>Testes Mais Rigorosos:</b> A possibilidade de rodar <i>testes de estresse</i> e <i>homologação</i> em cenários mais complexos – como operações interestaduais, regimes diferenciados de <i>drawback</i>, e <i>crédito presumido</i> – garantindo a robustez do sistema.</p></li><li><p data-path-to-node="25,1,0"><b>Treinamento Aprofundado:</b> Maior tempo para capacitar as equipes fiscais e contábeis na interpretação e aplicação das novas regras do IBS/CBS.</p></li><li><p data-path-to-node="25,2,0"><b>Melhoria do Mapeamento:</b> Refinamento do <b>mapeamento tributário</b> em nível de item (NCM, CEST), assegurando que o cálculo e a segregação das alíquotas sejam feitos com máxima precisão.</p></li></ul><h3 data-path-to-node="26">4.2. O Perigo da Inércia: Riscos Fiscais Acumulados</h3><p data-path-to-node="27">O maior perigo é a inércia, ou seja, tratar o adiamento da validação como um adiamento da obrigação.</p><ul data-path-to-node="28"><li><p data-path-to-node="28,0,0"><b>Vulnerabilidade na Escrituração:</b> Se os campos forem preenchidos incorretamente ou com valores zero, a divergência será flagrada quando a RFB cruzar os dados da NF-e com as <b>futuras obrigações acessórias</b> (como a <i>Declaração de Débitos e Créditos Tributários</i> do novo sistema).</p></li><li><p data-path-to-node="28,1,0"><b>Risco de Autuação Posterior:</b> A fiscalização da correção dos dados apenas foi movida do <i>front-end</i> (emissão) para o <i>back-end</i> (auditoria e cruzamento de dados), aumentando o potencial de <b>multas retroativas</b> e <i>lançamentos de ofício</i>.</p></li><li><p data-path-to-node="28,2,0"><b>Reativação Súbita:</b> A regra de validação poderá ser restabelecida a <b>qualquer momento</b>, por meio de uma nova Nota Técnica, sem aviso prévio extenso, pegando desprevenidas as empresas que suspenderam seus projetos.</p></li></ul><h2 data-path-to-node="30">Mandamentos para o Projeto de Adequação</h2><p data-path-to-node="31">As equipes de gestão, fiscal, contábil e tecnologia devem manter o projeto IBS/CBS em velocidade de cruzeiro, aproveitando o tempo para garantir a excelência.</p><h3 data-path-to-node="32">5.1. Para a Área Fiscal e Contábil</h3><ol start="1" data-path-to-node="33"><li><p data-path-to-node="33,0,0"><b>Aprofundamento Legal:</b> Continuar o estudo minucioso da legislação complementar da Reforma, focando na correta <b>definição da base de cálculo</b> e das <b>alíquotas de referência</b> por tipo de operação e produto.</p></li><li><p data-path-to-node="33,1,0"><b>Revisão de Cadastros:</b> Promover uma faxina e atualização completa dos <i>cadastros de produtos</i>, associando-os aos novos Códigos de Situação Tributária (CST) do IBS/CBS e às regras de créditos e débitos.</p></li><li><p data-path-to-node="33,2,0"><b>Simulação Integrada:</b> Criar cenários de <b>simulação de apuração</b> dos novos tributos, comparando os resultados do cálculo do sistema com os valores de <i>guideline</i> definidos pela consultoria fiscal.</p></li></ol><h3 data-path-to-node="34">5.2. Para a Área de Tecnologia (TI/ERP)</h3><ol start="1" data-path-to-node="35"><li><p data-path-to-node="35,0,0"><b>Desenvolvimento Completo:</b> Finalizar o desenvolvimento da <b>lógica de cálculo e segregação</b> dos novos impostos dentro do ERP, garantindo que o valor final seja corretamente segregado em IBS e CBS.</p></li><li><p data-path-to-node="35,1,0"><b>Geração do XML:</b> Assegurar a correta <b>geração dos novos campos</b> na estrutura XML do DF-e, mesmo que a validação não esteja ativa.</p></li><li><p data-path-to-node="35,2,0"><b>Monitoramento e Log:</b> Implementar <i>logs</i> e controles internos que permitam rastrear a origem e a aplicação das regras do IBS/CBS em cada documento emitido, facilitando futuras auditorias internas.</p></li></ol><h2 data-path-to-node="37">Priorize a Conformidade Total</h2><p data-path-to-node="38">O adiamento da validação técnica dos campos de IBS e CBS é um <b>balão de oxigênio operacional</b>, mas não uma licença para adiar a conformidade. A Reforma Tributária está em curso, e a coleta de dados de IBS/CBS nos DF-e é uma peça fundamental para o início da sua fiscalização.</p><p data-path-to-node="39">A organização que mantiver seu <b>plano de implementação ativo</b>, intensificar os testes e garantir a precisão no preenchimento dos campos estará se blindando contra riscos futuros e garantindo uma transição suave quando a validação técnica for, de fato, reintroduzida. A preparação minuciosa de hoje é a garantia de estabilidade fiscal de amanhã.</p><p data-path-to-node="40">Em caso de dúvidas sobre a aplicação das novas regras ou a adequação do seu sistema, contate nosso time de especialistas.<br /><br /><a href="https://contabilabreu.com.br/"><strong>Organização Contábil Abreu S/S Ltda – EPP</strong></a><br />Rua do Carmo, 112 – 7º andar – CJs. 71 e 72<br />Centro – São Paulo – SP<br /><strong>Tel</strong>: (11) 3242-8045 | <strong>WhatsApp</strong>: (11) 93745-0101<br /><b>email: </b><a href="mailto:ocabreu@contabilabreu.com.br"><span class="elementor-icon-list-text">ocabreu@contabilabreu.com.br</span></a></p>								</div>
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		<title>Adequações da NFe e NFCe para as novas tabelas de IBS e CBS em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[RAFASEO]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 18:58:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[IBS e CBS em 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adequações da NFe e NFCe para as novas tabelas de IBS e CBS em 2026 A Reforma Tributária do Consumo, implementada pela Lei Complementar 214/2025, introduz os novos tributos — o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) — que exigem adaptações profundas nos documentos fiscais eletrônicos (NFe</p>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Adequações da NFe e NFCe para as novas tabelas de IBS e CBS em 2026</h2>				</div>
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									<p>A Reforma Tributária do Consumo, implementada pela Lei Complementar 214/2025, introduz os novos tributos — o <b>IBS</b> (Imposto sobre Bens e Serviços) e a <b>CBS</b> (Contribuição sobre Bens e Serviços) — que exigem adaptações profundas nos documentos fiscais eletrônicos (NFe e NFCe).</p><p>A partir de <b>janeiro de 2026</b>, o preenchimento correto dos dados relativos ao IBS e à CBS será <b>obrigatório</b>. A inobservância desses requisitos poderá gerar a rejeição automática das notas fiscais.</p><p>A seguir, elencamos os principais pontos dessas adequações, as exigências técnicas e orientações para uma implementação segura.</p><hr /><h3>1. O que Muda: Novos Campos e Estrutura nas Notas Fiscais</h3><p>Com a nova normativa (Nota Técnica <i>2025.002-RTC</i>, versão atualizada), serão exigidos novos grupos, <i>tags</i> e validações nos <i>layouts</i> de NFe e NFCe para inserir informações relativas ao IBS, à CBS e ao Imposto Seletivo (IS) nos documentos fiscais eletrônicos.</p><p>As principais alterações previstas incluem:</p><ul><li><p><b>Grupo UB (Detalhe por Item):</b> Cada item da nota deverá trazer o detalhamento de tributos, incluindo a alíquota efetiva (IBS, CBS e IS) e parâmetros específicos como crédito presumido, devolução, monofasia, diferimento, entre outros.</p></li><li><p><b>Grupo VB (Totalizações por Item):</b> Deverá apresentar as totalizações com os valores correspondentes aos novos tributos para cada item.</p></li><li><p><b>Grupo W03 (Totalização Geral):</b> Este grupo de totalização deverá incluir o somatório dos valores totais de IBS, CBS e IS no documento fiscal completo.</p></li><li><p><b>Novos Campos Auxiliares:</b> Inclusão de campos para a alíquota efetiva, crédito presumido, devolução, monofasia, diferimento, base de cálculo, etc.</p></li><li><p><b>Atualização das Tabelas de Classificação Tributária:</b> Alteração das tabelas de <i>cClassTrib</i> e dos <b>Códigos de Situação Tributária (CST-IBS / CST-CBS)</b>, com nova codificação aprovada em junho de 2025.</p></li><li><p><b>Tabela de Crédito Presumido:</b> Inclusão da Tabela de Crédito Presumido para CBS / IBS, que define as hipóteses e os percentuais para a apropriação de créditos tributários.</p></li></ul><p>Essas adaptações exigem que os sistemas de emissão, ERP, automação fiscal, bem como as equipes de TI e fiscal, realizem ajustes nos <i>layouts</i> XML, nas rotinas de cálculo e nas validações.</p><h3>2. Prazos e Cronograma de Transição</h3><p>A mudança será gradual, com etapas de homologação (testes) e produção, culminando em obrigatoriedade plena a partir de janeiro de 2026. A seguir, os marcos relevantes:</p><ul><li><p><b>Julho – Agosto de 2025:</b> Implantação dos <i>schemas</i>. Os campos IBS/CBS são <b>opcionais</b>, com aplicação de regras de validação apenas se os campos forem preenchidos.</p><ul><li><p><i>Fase:</i> Ambiente de homologação para testes.</p></li></ul></li><li><p><b>Outubro de 2025:</b> Preenchimento dos campos IBS/CBS passa a ser <b>obrigatório para homologação</b>. Em produção, o preenchimento será facultativo — se informados, regras de validação serão aplicadas.</p><ul><li><p><i>Fase:</i> Foco na adaptação dos sistemas.</p></li></ul></li><li><p><b>Janeiro de 2026:</b> Em <b>produção</b>, o preenchimento dos campos de IBS e CBS será <b>obrigatório</b> para todas as notas fiscais. Documentos sem essas informações poderão ser rejeitados.</p><ul><li><p><i>Fase:</i> Início da vigência legal das exigências.</p></li></ul></li></ul><blockquote><p><b>Importante destacar:</b> A partir de <i>06 de outubro de 2025</i>, com a versão 1.30 da Nota Técnica, o governo flexibilizou temporariamente a exigência de preenchimento das <i>tags</i> de IBS/CBS nos documentos fiscais, como forma de garantir adaptabilidade. Contudo, o cronograma oficial (janeiro de 2026) não foi alterado.</p></blockquote><hr /><h3>3. Principais Riscos e Impactos para a Não Conformidade</h3><ul><li><p><b>Rejeição Automática das Notas Fiscais:</b> A partir de 2026, notas emitidas sem o preenchimento dos campos de IBS e CBS poderão ser rejeitadas pelo sistema fiscal.</p></li><li><p><b>Erros de Validação:</b> A NT já define códigos de rejeição específicos para situações de preenchimento incorreto ou omisso, como “Falta de informações de IBS/CBS” (rejeição 1115), “IBS municipal igual a zero no documento de 2026” (rejeição 1036), etc.</p></li><li><p><b>Necessidade de Recodificação Fiscal nos Sistemas:</b> ERPs, módulos fiscais, emissores de NF-e/NFC-e e integração com contabilidade precisarão ser atualizados para considerar as novas tabelas, regras de cálculo e validações.</p></li><li><p><b>Treinamento das Equipes Fiscais e de TI:</b> Os profissionais que lidam com emissão de notas e controle tributário precisarão conhecer as novas regras, parâmetros e tratamento de exceções.</p></li><li><p><b>Risco de Penalidades e Autuações:</b> Falhas ou inconsistências sistemáticas na emissão podem levar a autuações fiscais, multas ou exigências de ajustes retroativos.</p></li></ul><hr /><h3>4. Recomendações para Implementação Segura</h3><ol start="1"><li><p><b>Antecipar os testes em ambiente homologado:</b> Aproveite o período entre agora e o início de produção para testar intensivamente os novos <i>layouts</i>, validações e fluxos de emissão com as tabelas de IBS/CBS.</p></li><li><p><b>Parametrização robusta das tabelas tributárias:</b> Mantenha as novas tabelas de <i>cClassTrib</i>, CST-IBS/CBS e crédito presumido atualizadas nos sistemas e revise os parâmetros de alíquota para cada item.</p></li><li><p><b>Validações internas antes da emissão:</b> Implemente regras de conferência no ERP ou sistema emissor para evitar envio de notas com dados inconsistentes ou incompletos (ex. alíquota = zero indevidamente).</p></li><li><p><b>Atualizar manuais e documentação interna:</b> Registre as novas regras, códigos e fluxos de tratamento e distribua para as equipes fiscais, contábeis e operacionais.</p></li><li><p><b>Apoio contábil especializado e consultoria fiscal:</b> Contadores e consultores tributários devem estar envolvidos para validar o cálculo dos tributos e assegurar aderência à legislação.</p></li><li><p><b>Monitoramento de situações de exceção:</b> Produtos sujeitos à monofasia, devoluções, diferimento ou operações não tributadas exigem atenção especial no momento de parametrização.</p></li><li><p><b>Planejamento de contingências:</b> Esteja preparado para lidar com rejeições de notas ou ajustes emergenciais nos primeiros meses para minimizar impacto no fluxo de caixa e no processo operacional.</p></li></ol><hr /><p>A adequação da NFe e NFCe às novas tabelas e dados de <b>IBS e CBS</b> representa uma mudança estrutural e desafiadora para empresas de todos os portes. A complexidade técnica, aliada ao risco de rejeição e penalidades, exige <b>planejamento, testes antecipados</b> e o envolvimento coordenado das áreas Fiscal, TI e Contábil.</p><p>Apesar de a obrigatoriedade plena entrar em vigor apenas em <b>janeiro de 2026</b>, o tempo real para adaptação é curto. Quanto mais cedo a empresa começar a parametrização e os testes em homologação, maiores serão as chances de uma transição suave e sem surpresas operacionais.</p><h3><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4de.png" alt="📞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Precisa de Ajuda para a Transição?</h3><p>Garanta a conformidade da sua empresa e evite a rejeição de notas fiscais. Entre em contato com nossa equipe especializada e prepare seus sistemas para 2026.</p><p><a href="https://contabilabreu.com.br/"><strong>Organização Contábil Abreu S/S Ltda – EPP</strong></a><br />Rua do Carmo, 112 – 7º andar – CJs. 71 e 72<br />Centro – São Paulo – SP<br /><strong>Tel</strong>: (11) 3242-8045 | <strong>WhatsApp</strong>: (11) 93745-0101<br /><b>email: </b><a href="mailto:ocabreu@contabilabreu.com.br"><span class="elementor-icon-list-text">ocabreu@contabilabreu.com.br</span></a></p>								</div>
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		<title>Fim da Emissão de NFCe para Venda para Pessoas Jurídicas</title>
		<link>https://contabilabreu.com.br/fim-da-emissao-de-nfce-para-venda-para-pessoas-juridicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RAFASEO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 22:43:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualizações Fiscais]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Fiscal / Atualizações Fiscais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fim da Emissão de NFCe para Venda para Pessoas Jurídicas Vendas para CNPJs só poderão ser documentadas por NF-e modelo 55 Ajuste SINIEF nº 11/2025 Nos últimos meses, diversas secretarias estaduais de Fazenda vêm adotando mudanças nas regras de emissão da NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica), especialmente no que diz respeito às vendas realizadas</p>
<div><a class="more-link" href="https://contabilabreu.com.br/fim-da-emissao-de-nfce-para-venda-para-pessoas-juridicas/">Leia mais »</a></div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Fim da Emissão de NFCe para Venda para Pessoas Jurídicas 
Vendas para CNPJs só poderão ser documentadas por NF-e modelo 55 
Ajuste SINIEF nº 11/2025 </h2>				</div>
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															<img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://contabilabreu.com.br/wp-content/uploads/2025/10/nfc-e--1024x576.png" class="attachment-large size-large wp-image-3006" alt="nfc-e" srcset="https://contabilabreu.com.br/wp-content/uploads/2025/10/nfc-e--1024x576.png 1024w, https://contabilabreu.com.br/wp-content/uploads/2025/10/nfc-e--300x169.png 300w, https://contabilabreu.com.br/wp-content/uploads/2025/10/nfc-e--768x432.png 768w, https://contabilabreu.com.br/wp-content/uploads/2025/10/nfc-e-.png 1366w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />															</div>
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									<p><span data-contrast="auto">Nos últimos meses, diversas secretarias estaduais de Fazenda vêm adotando mudanças nas regras de emissão da </span><b><span data-contrast="auto">NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica)</span></b><span data-contrast="auto">, especialmente no que diz respeito às </span><b><span data-contrast="auto">vendas realizadas para pessoas jurídicas (CNPJs)</span></b><span data-contrast="auto">. A principal mudança é a </span><b><span data-contrast="auto">proibição ou restrição da emissão de NFC-e em operações destinadas a empresas</span></b><span data-contrast="auto">.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p><h3><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span><b><span data-contrast="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/26a0.png" alt="⚠" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></b><b><span data-contrast="auto"> O que está acontecendo?</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h3><p><span data-contrast="auto">Tradicionalmente, a NFC-e é utilizada no varejo para documentar vendas presenciais ou entregas imediatas ao consumidor final — pessoa física ou jurídica. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p><p><span data-contrast="auto">No entanto, a partir de </span><b><span data-contrast="auto">3 de novembro de 2025, todas as vendas realizadas para pessoas jurídicas (vendas para CNPJs) deverão ser acobertadas por NF-e (modelo 55)</span></b><span data-contrast="auto">, e não mais por NFC-e (modelo 65). </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p><p><span data-contrast="auto">Essa mudança advém do </span><b><span data-contrast="auto">Ajuste SINIEF nº 11/2025</span></b><span data-contrast="auto">, e tem tem como objetivo reforçar o controle fiscal, garantir maior rastreabilidade das operações comerciais e evitar o uso indevido da NFC-e em transações que exigem maior detalhamento fiscal.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p><h3><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span><b><span data-contrast="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></b><b><span data-contrast="auto"> Por que a NFC-e não é mais aceita para CNPJs?</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h3><p><span data-contrast="auto">A NFC-e foi criada para simplificar o processo de emissão de notas no varejo, com foco em vendas diretas ao consumidor final, sem a complexidade das operações entre empresas. Já a </span><b><span data-contrast="auto">NF-e (modelo 55)</span></b><span data-contrast="auto"> permite:</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="5" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Informações detalhadas sobre a operação (frete, impostos, CFOP, etc.);</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="5" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Uso de crédito de ICMS pelo comprador (quando permitido);</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="5" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Integração com outros documentos fiscais (CT-e, MDF-e, etc.).</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><p><span data-contrast="auto">Quando uma empresa compra de outra, mesmo em ambiente de varejo, há exigências fiscais e contábeis que a NFC-e não contempla adequadamente.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p><p><span data-contrast="auto">A NFC-e foi instituída para documentar operações comerciais com entrega imediata ou em balcão, destinadas a </span><b><span data-contrast="auto">consumidores finais não contribuintes</span></b><span data-contrast="auto">, simplificando o processo de emissão e reduzindo custos operacionais. Contudo, a emissão de NFC-e para destinatários com CNPJ e inscrição estadual ativa </span><b><span data-contrast="auto">contraria o seu propósito original</span></b><span data-contrast="auto">, especialmente em casos em que:</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="9" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">A operação gera direito a crédito de ICMS ao destinatário;</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="9" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Existe necessidade de informações complementares (frete, transportadora, CFOP específico, retenções, etc.);</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="9" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Há desvirtuamento do uso do documento para operações que deveriam ser acobertadas por NF-e (modelo 55).</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><h3><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span><b><span data-contrast="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3db.png" alt="🏛" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></b><b><span data-contrast="auto"> Há Estados que já possuíam essa restrição:</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h3><p><span data-contrast="auto">A</span><b><span data-contrast="auto">s Secretarias de Fazenda estaduais já vinham regulamentando o uso exclusivo da NF-e para operações B2B</span></b><span data-contrast="auto">, especialmente em vendas com entrega futura, por encomenda, para revenda ou com incidência de substituição tributária.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p><p><span data-contrast="auto">Alguns estados que já implantaram a restrição ao uso da NFC-e em vendas para CNPJ, como, por exemplo:</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="6" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><b><span data-contrast="auto">São Paulo (SP)</span></b><span data-contrast="auto">: Não permite NFC-e para CNPJ em diversas situações desde a implementação da obrigatoriedade da NF-e no comércio atacadista.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="6" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><b><span data-contrast="auto">Paraná (PR)</span></b><span data-contrast="auto"> e </span><b><span data-contrast="auto">Mato Grosso (MT)</span></b><span data-contrast="auto">: Também possuem restrições ou orientações específicas quanto ao uso da NFC-e para pessoas jurídicas.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><h3><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span><b><span data-contrast="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6d2.png" alt="🛒" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></b><b><span data-contrast="auto"> O que muda para o comerciante?</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h3><p><span data-contrast="auto">Para estabelecimentos que vendem tanto para pessoas físicas quanto jurídicas, será necessário:</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p><p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span><b><span data-contrast="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f504.png" alt="🔄" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></b><b><span data-contrast="auto"> Impactos Operacionais e Adequações Necessárias</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p><p><b><span data-contrast="auto">Empresas que realizam vendas a CNPJs precisarão rever seus processos de faturamento para se adequar à obrigatoriedade da NF-e. Isso envolve:</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="10" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><b><span data-contrast="auto">Configuração do sistema emissor para diferenciar o tipo de destinatário e selecionar corretamente o modelo de documento fiscal;</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="10" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><b><span data-contrast="auto">Coleta e validação de dados completos do cliente (CNPJ, IE, endereço) no ato da venda;</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="10" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1"><b><span data-contrast="auto">Treinamento da equipe de vendas e atendimento, evitando a emissão incorreta da NFC-e;</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="10" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1"><b><span data-contrast="auto">Integração com sistemas de ERP para correta escrituração e movimentação de estoque;</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="10" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="5" data-aria-level="1"><b><span data-contrast="auto">Revisão das regras de CFOP, CST, NCM e tributação, já que a NF-e exige mais detalhamento fiscal.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><h3><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559740&quot;:360}"> </span><b><span data-contrast="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></b><b><span data-contrast="auto"> Recomendações Técnicas</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h3><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="11" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><b><span data-contrast="auto">Implementar regras de validação automática no sistema de PDV para impedir a emissão de NFC-e para contribuintes do ICMS.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="11" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><b><span data-contrast="auto">Segmentar a base de clientes entre consumidor final não contribuinte (PF) e contribuinte do ICMS (PJ).</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="11" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1"><b><span data-contrast="auto">Garantir que todas as operações interestaduais ou com entrega futura sejam obrigatoriamente acobertadas por NF-e.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="11" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1"><b><span data-contrast="auto">Monitorar constantemente as Notas Técnicas, Atos COTEPE e legislações estaduais para manter conformidade com as obrigações fiscais.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><h3><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559740&quot;:360}"> </span><b><span data-contrast="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></b><b><span data-contrast="auto"> Boas práticas</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h3><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="8" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Solicite o CNPJ do cliente sempre no início da venda.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="8" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Oriente os clientes CNPJ de que a NF-e permite a correta escrituração fiscal e aproveitamento de créditos.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><ul><li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="8" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Mantenha seu software emissor atualizado e em conformidade com a legislação da SEFAZ do seu estado.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></li></ul><p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span><span data-contrast="auto">A vedação do uso da NFC-e para operações com CNPJs representa uma medida de reforço ao controle fiscal e à rastreabilidade das transações comerciais, buscando coibir práticas irregulares e garantir maior precisão na apuração e fiscalização do ICMS.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:426}"> </span></p><p><span data-contrast="auto">Empresas que ainda utilizam a NFC-e para operações B2B devem ajustar seus processos com urgência, sob risco de autuação fiscal, glosa de créditos e outras penalidades previstas na legislação tributária.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:426}"> </span></p><p><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:426}"> </span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:426}"><strong>Organização Contábil Abreu S/S Ltda – EPP</strong><br />Rua do Carmo, 112 – 7º andar – CJs. 71 e 72<br />Centro – São Paulo – SP<br /><strong>Tel</strong>: (11) 3242-8045 | <strong>WhatsApp</strong>: (11) 93745-0101<br /><b>email: </b><a href="mailto:ocabreu@contabilabreu.com.br"><span class="elementor-icon-list-text">ocabreu@contabilabreu.com.br</span></a><br /></span></p><p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:709,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p><p><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>								</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Fim da DIRF: Obrigações Migradas para o eSocial e EFD-Reinf</title>
		<link>https://contabilabreu.com.br/fim-da-dirf-obrigacoes-migradas-para-o-esocial-e-efd-reinf/</link>
					<comments>https://contabilabreu.com.br/fim-da-dirf-obrigacoes-migradas-para-o-esocial-e-efd-reinf/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[RAFASEO]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 19:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação Fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>✅ Fim da DIRF: Obrigações Migradas para o eSocial e EFD-Reinf A tradicional Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (DIRF) deixa de existir.Essa mudança representa um marco importante no processo de simplificação e modernização das obrigações acessórias promovido pela Receita Federal do Brasil (RFB), dentro do projeto SPED (Sistema Público de Escrituração</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="2784" class="elementor elementor-2784" data-elementor-post-type="post">
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fim da DIRF: Obrigações Migradas para o eSocial e EFD-Reinf</h2>				</div>
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															<img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://contabilabreu.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Fim-da-DIRF-Obrigacoes-Migradas-para-o-eSocial-e-EFD-Reinf-1024x683.png" class="attachment-large size-large wp-image-2786" alt="Fim da DIRF Obrigações Migradas para o eSocial e EFD-Reinf" srcset="https://contabilabreu.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Fim-da-DIRF-Obrigacoes-Migradas-para-o-eSocial-e-EFD-Reinf-1024x683.png 1024w, https://contabilabreu.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Fim-da-DIRF-Obrigacoes-Migradas-para-o-eSocial-e-EFD-Reinf-300x200.png 300w, https://contabilabreu.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Fim-da-DIRF-Obrigacoes-Migradas-para-o-eSocial-e-EFD-Reinf-768x512.png 768w, https://contabilabreu.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Fim-da-DIRF-Obrigacoes-Migradas-para-o-eSocial-e-EFD-Reinf.png 1536w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />															</div>
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									<p data-start="348" data-end="680">A tradicional <strong data-start="362" data-end="424">Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (DIRF)</strong> deixa de existir.<br data-start="442" data-end="445" />Essa mudança representa um marco importante no processo de <strong data-start="504" data-end="562">simplificação e modernização das obrigações acessórias</strong> promovido pela Receita Federal do Brasil (RFB), dentro do projeto <strong data-start="629" data-end="679">SPED (Sistema Público de Escrituração Digital)</strong>.</p><p data-start="682" data-end="994">A extinção da DIRF havia sido formalizada pela <strong data-start="729" data-end="770">Instrução Normativa RFB nº 2.096/2022</strong>, que estabeleceu a substituição gradual das informações da DIRF pelos dados transmitidos pelos contribuintes através do <strong data-start="891" data-end="902">eSocial</strong> e da <strong data-start="908" data-end="921">EFD-Reinf</strong> (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais).</p><blockquote data-start="996" data-end="1129"><p data-start="998" data-end="1129"><strong data-start="998" data-end="1043">Posteriormente, a extinção foi prorrogada</strong>, tendo ainda sido entregue em 2025 a DIRF referente a informações do período de 2024.</p></blockquote><hr data-start="1131" data-end="1134" /><h3 data-start="1136" data-end="1165"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O que muda na prática?</h3><p data-start="1167" data-end="1377">Com o fim da DIRF, as informações sobre <strong data-start="1207" data-end="1229">retenções na fonte</strong> (IRRF, PIS, Cofins, CSLL e INSS), que antes eram consolidadas na DIRF, passaram a ser prestadas diretamente por meio dos seguintes módulos do SPED:</p><h3 data-start="1379" data-end="1395"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25b6.png" alt="▶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> eSocial</h3><p data-start="1396" data-end="1482">Responsável pelas <strong data-start="1414" data-end="1470">informações de natureza trabalhista e previdenciária</strong>, incluindo:</p><ul data-start="1483" data-end="1631"><li data-start="1483" data-end="1558"><p data-start="1485" data-end="1558">Remuneração de empregados, dirigentes e beneficiários de plano de saúde</p></li><li data-start="1559" data-end="1631"><p data-start="1561" data-end="1631">Retenções de IRRF<br data-start="1578" data-end="1581" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="1584" data-end="1606">Eventos relevantes</strong>: S-1200, S-1210 e S-1220</p></li></ul><h3 data-start="1633" data-end="1651"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25b6.png" alt="▶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> EFD-Reinf</h3><p data-start="1652" data-end="1766">Abrange os <strong data-start="1663" data-end="1715">rendimentos pagos a pessoas físicas ou jurídicas</strong> que não estão no escopo do eSocial, especialmente:</p><ul data-start="1767" data-end="1912"><li data-start="1767" data-end="1803"><p data-start="1769" data-end="1803">Serviços prestados por terceiros</p></li><li data-start="1804" data-end="1830"><p data-start="1806" data-end="1830">Distribuição de lucros</p></li><li data-start="1831" data-end="1912"><p data-start="1833" data-end="1912">Pagamentos a autônomos<br data-start="1855" data-end="1858" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="1861" data-end="1883">Eventos relevantes</strong>: Série R-4000 (layout 2.1.1)</p></li></ul><hr data-start="1914" data-end="1917" /><h2 data-start="1919" data-end="1963"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c2.png" alt="📂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> EFD-Reinf e a Série R-4000: O que são?</h2><p data-start="1965" data-end="2182">A principal inovação para substituir a DIRF dentro da EFD-Reinf é a introdução da chamada <strong data-start="2055" data-end="2071">Série R-4000</strong>, prevista no <strong data-start="2085" data-end="2101">layout 2.1.1</strong>, em vigor desde 2023, com obrigatoriedade plena a partir de <strong data-start="2162" data-end="2181">janeiro de 2024</strong>.</p><p data-start="2184" data-end="2279">Esses eventos abrangem todas as operações com <strong data-start="2230" data-end="2272">retenção na fonte de tributos federais</strong>, como:</p><ul data-start="2281" data-end="2410"><li data-start="2281" data-end="2326"><p data-start="2283" data-end="2326"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte)</p></li><li data-start="2327" data-end="2381"><p data-start="2329" data-end="2381"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido)</p></li><li data-start="2382" data-end="2394"><p data-start="2384" data-end="2394"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cofins</p></li><li data-start="2395" data-end="2410"><p data-start="2397" data-end="2410"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> PIS/Pasep</p></li></ul><hr data-start="2412" data-end="2415" /><h3 data-start="2417" data-end="2459"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4d1.png" alt="📑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Principais eventos da Série R-4000:</h3><p data-start="2461" data-end="2528"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f539.png" alt="🔹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="2464" data-end="2474">R-4010</strong> – Pagamentos/Créditos a Beneficiários Pessoa Física</p><blockquote data-start="2529" data-end="2685"><p data-start="2531" data-end="2685">Registra pagamentos a pessoas físicas não abrangidos pelo eSocial, com informações de retenção.<br data-start="2626" data-end="2629" /><em data-start="2631" data-end="2685">Ex: pagamento a autônomos, sem vínculo empregatício.</em></p></blockquote><p data-start="2687" data-end="2756"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f539.png" alt="🔹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="2690" data-end="2700">R-4020</strong> – Pagamentos/Créditos a Beneficiários Pessoa Jurídica</p><blockquote data-start="2757" data-end="2902"><p data-start="2759" data-end="2902">Abrange pagamentos a pessoas jurídicas com retenção de tributos federais.<br data-start="2832" data-end="2835" /><em data-start="2837" data-end="2902">Ex: serviços prestados com incidência de IR, CSLL, Cofins, PIS.</em></p></blockquote><p data-start="2904" data-end="2975"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f539.png" alt="🔹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="2907" data-end="2917">R-4040</strong> – Pagamentos/Créditos a Beneficiários Não Identificados</p><blockquote data-start="2976" data-end="3067"><p data-start="2978" data-end="3067">Situação rara, mas prevista quando o beneficiário não pôde ser identificado no pagamento.</p></blockquote><p data-start="3069" data-end="3136"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f539.png" alt="🔹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="3072" data-end="3082">R-4098</strong> – Reabertura dos Eventos Periódicos da Série R-4000</p><blockquote data-start="3137" data-end="3197"><p data-start="3139" data-end="3197">Permite correções ou complementações após o envio inicial.</p></blockquote><p data-start="3199" data-end="3266"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f539.png" alt="🔹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="3202" data-end="3212">R-4099</strong> – Fechamento dos Eventos Periódicos da Série R-4000</p><blockquote data-start="3267" data-end="3367"><p data-start="3269" data-end="3367">Encerramento obrigatório do período. Os dados alimentam a <strong data-start="3327" data-end="3338">DCTFWeb</strong> e geram o <strong data-start="3349" data-end="3366">DARF numerado</strong>.</p></blockquote><hr data-start="3369" data-end="3372" /><h2 data-start="3374" data-end="3404"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f517.png" alt="🔗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Integração com a DCTFWeb</h2><p data-start="3406" data-end="3677">As empresas e escritórios contábeis devem estar <strong data-start="3454" data-end="3503">totalmente adaptados à nova realidade digital</strong> da Receita Federal.<br data-start="3523" data-end="3526" />O correto preenchimento dos eventos da Série R-4000 da EFD-Reinf é <strong data-start="3593" data-end="3604">crucial</strong> para o cumprimento das obrigações fiscais relativas à retenção na fonte.</p><p data-start="3679" data-end="3838">A Receita Federal publicou manuais e guias práticos para orientar os contribuintes na transição, além de disponibilizar ambiente de testes e produção restrita.</p><p data-start="3840" data-end="4008"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4de.png" alt="📞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="3843" data-end="3926">Em caso de dúvidas ou necessidade de assessoria, consulte nossos especialistas:</strong><br data-start="3926" data-end="3929" />WhatsApp: 55-11-95647-1069 / 55-11-93745-0101<br data-start="3974" data-end="3977" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4e7.png" alt="📧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a class="cursor-pointer" rel="noopener" data-start="3980" data-end="4008">ocabreu@contabilabreu.com.br</a></p><hr data-start="4010" data-end="4013" /><h2 data-start="4015" data-end="4046"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4a1.png" alt="💡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ponto de atenção: DCTFWeb</h2><p data-start="4048" data-end="4247">As informações prestadas via <strong data-start="4077" data-end="4100">eSocial e EFD-Reinf</strong> também alimentam a <strong data-start="4120" data-end="4131">DCTFWeb</strong>, que se torna o <strong data-start="4148" data-end="4186">instrumento de confissão de dívida</strong> e de <strong data-start="4192" data-end="4220">geração do DARF numerado</strong> das retenções tributárias.</p><p data-start="4249" data-end="4328"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O ciclo de escrituração digital passa a ser <strong data-start="4296" data-end="4327">mais integrado e automático</strong>.</p><hr data-start="4330" data-end="4333" /><h2 data-start="4335" data-end="4363"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3af.png" alt="🎯" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Benefícios da mudança:</h2><ul data-start="4365" data-end="4759"><li data-start="4365" data-end="4444"><p data-start="4367" data-end="4444"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="4369" data-end="4399">Eliminação de redundâncias</strong>: evita retrabalho com múltiplas obrigações</p></li><li data-start="4445" data-end="4516"><p data-start="4447" data-end="4516"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="4449" data-end="4484">Melhoria na qualidade dos dados</strong>: com validações em tempo real</p></li><li data-start="4517" data-end="4579"><p data-start="4519" data-end="4579"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="4521" data-end="4548">Maior compliance fiscal</strong>: fiscalização mais eficiente</p></li><li data-start="4580" data-end="4622"><p data-start="4582" data-end="4622"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="4584" data-end="4620">Envio mais frequente e detalhado</strong></p></li><li data-start="4623" data-end="4656"><p data-start="4625" data-end="4656"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="4627" data-end="4654">Retificações mais ágeis</strong></p></li><li data-start="4657" data-end="4700"><p data-start="4659" data-end="4700"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="4661" data-end="4698">Cruzamento de dados em tempo real</strong></p></li><li data-start="4701" data-end="4759"><p data-start="4703" data-end="4759"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="4705" data-end="4759">Integração com a DCTFWeb e sistema de malha fiscal</strong></p></li></ul><hr data-start="4761" data-end="4764" /><h2 data-start="4766" data-end="4792"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Considerações finais</h2><p data-start="4794" data-end="4957">A extinção da DIRF <strong data-start="4813" data-end="4879">exige que os contribuintes atualizem seus processos e sistemas</strong>, garantindo o envio correto e no prazo dos eventos do eSocial e da EFD-Reinf.</p><p data-start="4959" data-end="5094"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2757.png" alt="❗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="4961" data-end="4972">Atenção</strong>: o <strong data-start="4976" data-end="4989">não envio</strong> ou envio <strong data-start="4999" data-end="5012">incorreto</strong> pode gerar penalidades, como já ocorre com outras obrigações acessórias digitais.</p><h3 data-start="134" data-end="189"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f91d.png" alt="🤝" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Precisa de apoio para se adaptar ao fim da DIRF?</h3><p data-start="191" data-end="356">A <strong data-start="193" data-end="238">Organização Contábil Abreu S/S LTDA – EPP</strong> está pronta para ajudar sua empresa a implementar corretamente as novas exigências do eSocial, EFD-Reinf e DCTFWeb.</p><p data-start="358" data-end="493">Nossa equipe acompanha de perto as atualizações da Receita Federal e garante que sua escrituração fiscal esteja sempre em conformidade.</p><p data-start="495" data-end="589"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="498" data-end="526">Fale conosco no WhatsApp</strong>: (11) 93745-0101<br data-start="543" data-end="546" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2709.png" alt="✉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="549" data-end="559">E-mail</strong>: <a class="cursor-pointer" href="mailto:ocabreu@contabilabreu.com.br" rel="noopener" data-start="561" data-end="589">ocabreu@contabilabreu.com.br</a></p><p data-start="591" data-end="656" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Conte com a experiência de quem entende de contabilidade digital.</p>								</div>
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